Confira os municípios com mais chuva em Pernambuco nas últimas 24h, segundo a Apac

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) publicou, na manhã desta quinta-feira (19), a lista dos municípios onde mais choveu nas últimas 24 horas.

Eles são do Agreste e do Sertão do estado, confirmando a previsão de chuva da própria Apac para as regiões no boletim da quarta-feira de manhã.

À tarde, a Agência publicou um alerta de “Estado de Observação”, em específico, para o Sertão de Pernambuco e do São Francisco, com validade para toda a quinta-feira.

Dos municípios com maiores precipitações de chuva, dois ultrapassaram os 50mm: Iati (59,8mm), no Agreste, e Floresta (52,9mm/foto acima), no Sertão.

Confira onde mais choveu nas últimas 24 horas:

  • Iati: 59,8 mm (Apac – Garagem Municipal);
  • Floresta: 52,89 mm (Apac – ETA Compesa);
  • Quixaba: 47,03 mm (Apac – ETA Compesa);
  • Tacaimbó: 43 mm (Cemaden – G2-Escola Mun. Maria Luíza);
  • Tacaratu: 32,16 mm (Apac – Secretária de Desenvolvimento Social).

Inmet emite alerta de Perigo para chuvas intensas no Sertão de Pernambuco durante fim de semana de Carnaval

O Sertão de Pernambuco está em alerta de perigo para chuvas intensas neste fim de semana de Carnaval. Segundo aviso do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), cidades como Araripina, Bodocó, Cedro, Exu, Granito, Ipubi, Ouricuri, Parnamirim, Salgueiro, Serra Talhada, Serrita, Trindade e Verdejante estão entre as áreas com maior risco.

O alerta vale até 23h59 deste domingo (15) e prevê volumes elevados de chuva e ventos fortes, com possibilidade de alagamentos e outros transtornos.

De acordo com o Inmet, o aviso aponta para chuvas entre 30 mm e 60 mm por hora, podendo atingir 50 mm a 100 mm por dia, além de ventos intensos de até 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Alerta também para a Região Metropolitana e Mata Pernambucana

Além do Sertão, o Inmet emitiu aviso de perigo potencial para acumulado de chuva em áreas da Região Metropolitana do Recife e Mata Pernambucana, com previsão de até 50 mm por dia.

Entre as cidades afetadas estão Recife, Olinda, Paulista, Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe, Escada, Moreno, Goiana, Ipojuca e Tamandaré.

O Inmet orienta que a população evite situações de risco durante o período de instabilidade não se abrigando debaixo de árvores em caso de ventos fortes; não estacionar veículos próximos a torres ou placas de propaganda; desligar aparelhos elétricos e, se possível, o quadro geral de energia; evitar enfrentar o mau tempo e observar áreas de encosta.

O órgão reforça que moradores das áreas atingidas devem acompanhar as atualizações e seguir as orientações das autoridades locais. Mais informações podem ser obtidas com a Defesa Civil (199) e o Corpo de Bombeiros (193).

Novo alerta da Apac aponta chuva moderada nesta segunda-feira

A Agência Pernambucana de Águas e Clima divulgou, no final da tarde deste domingo (08), a previsão de pancadas de chuva em todo o estado, no início da semana, com atenção redobrada para o Agreste e Sertão.

O motivo, de acordo com a Apac, é a combinação de um cavado (baixa pressão) com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A tendência é que essa segunda-feira (09), as chuvas permaneçam moderadas, no Sertão do estado e na região do Sertão do São Francisco, perdendo força ao longo da semana.

Já nas regiões do Agreste, Mata Norte e Mata Sul, as chuvas devem ficar mais fracas já no início desta semana.

Chuvas moderadas devem continuar em Pernambuco neste domingo, diz Apac

Todas as regiões de Pernambuco devem permanecer com chuvas moderadas ao longo deste domingo (08), segundo tendência informada pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

De acordo com a agência, a meteorologia indica que a atmosfera permanece muito instável em todas as regiões do estado, o que causa condições para a ocorrência de chuvas moderadas.

Alguns municípios, acrescenta a Apac, tiveram acumulados acima de 50 mm.

As chuvas devem permanecer moderadas no Sertão do estado ao longo dessa segunda-feira (09). Na Região Metropolitana do Recife, Mata Norte, Mata Sul e Agreste, as precipitações devem ser entre fracas e moderadas.

De acordo com a agência, a atuação do fenômeno meteorológico Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (Vcan) causa as instabilidades que ocasionam as chuvas no estado.

O monitoramento em tempo real da Apac mostrou que nas 12 horas contabilizadas até este sábado, a cidade de Paulista, na RMR, concentrou os maiores acumulados de chuva no estado, com 41,11 mm na estação do bairro do Janga e 35,23 mm na estação de Maria Farinha.

O ranking do estado segue com Igarassu (33,26 mm), São José da Coroa Grande (30,4 mm), Recife (27,78 mm, na estação do bairro da Guabiraba) e Olinda (22,55 mm, na estação Jardim Fragoso).

Outras cidades também têm acumulados acima ou próximo dos 20 mm, como Camaragibe (22,66 mm), Goiana (22,2 mm) e Cabo de Santo Agostinho (19,27 mm).

Inmet prevê chuva em todo o estado de Pernambuco até este domingo (08)

O alerta atualizado do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), publicado na manhã nesta sexta-feira (06), prevê chuva para todos os 184 municípios de Pernambuco até o domingo.

Do total, 56 municípios estão com alerta laranja, com grau de severidade de ‘Perigo’.

A previsão é de chuvas com acúmulo de 30mm a 60mm, a hora, ou 50mm a 100mm, o dia, com ventos intensos entre 60-100km/h.

A região em laranja no mapa de Pernambuco, no portal do Inmet, ocupa toda a Região Metropolitana do Recife, as zonas de Mata Norte e Sul, além de parte do Agreste.

Os outros 128 municípios estão em amarelo, com grau de severidade de ‘Perigo Potencial’.

É quando as chuvas têm acúmulo de água de 20mm a 30mm, hora, ou até 50mm, o dia, e ventos intensos entre 40-60km/h.

O alerta do Inmet, publicado nesta sexta-feira, tem validade até as 10h do domingo (08).

Confira os 56 municípios com previsão de chuvas intensas, conforme o Inmet:

  • Abreu e Lima
  • Água Preta
  • Aliança
  • Amaraji
  • Araçoiaba
  • Barra de Guabiraba
  • Barreiros
  • Bezerros
  • Bom Jardim
  • Bonito
  • Brejinho
  • Brejo da Madre de Deus
  • Buenos Aires
  • Cabo de Santo Agostinho
  • Camaragibe
  • Camocim de São Félix
  • Camutanga
  • Carpina
  • Caruaru
  • Casinhas
  • Chã de Alegria
  • Chã Grande
  • Condado
  • Cortês
  • Cumaru
  • Escada
  • Feira Nova
  • Ferreiros
  • Frei Miguelinho
  • Gameleira
  • Glória do Goitá
  • Goiana
  • Gravatá
  • Igarassu
  • Ilha de Itamaracá
  • Ipojuca
  • Itambé
  • Itapetim

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Inmet alerta para a primeira onda de calor de 2026

Primeira onda de calor do ano atinge o Sul do país

Globo Rural

O início de fevereiro será marcado pela primeira onda de calor do ano. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta vermelho, que começa nesta terça-feira (03), no Sul do país. O fenômeno, caracterizado pelo aumento das temperaturas em 5°C ou mais por, no mínimo, cinco dias consecutivos, conforme definição da Organização Meteorológica Mundial, deve permanecer até o sábado (07).

As áreas afetadas pelo aviso incluem as regiões Serrana, Oeste Catarinense e Norte Catarinense, além de amplas áreas do Paraná e do Rio Grande do Sul, como Sudoeste Paranaense, Sudeste Paranaense, Centro-Sul Paranaense, Sudoeste Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, Nordeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sudeste Rio-grandense.

Segundo o Ministério da Saúde, ondas de calor são eventos climáticos caracterizados por temperaturas extremamente altas, acima do esperado para uma determinada região e época do ano, que podem durar vários dias ou até semanas.

Esses fenômenos têm se tornado mais frequentes e intensos em função do aquecimento global. Em áreas urbanas, os impactos tendem a ser ainda mais severos por causa do efeito de ilha de calor, em que o acúmulo de concreto, asfalto e edificações intensifica a retenção de calor e eleva as temperaturas.

Essas condições representam riscos à saúde de toda a população, especialmente de grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças renais, cardíacas, respiratórias ou de circulação, diabéticos e a população em situação de rua.

Além das áreas já sob aviso, outras regiões do país devem enfrentar calor intenso ao longo de fevereiro. No Sul, a tendência é de manutenção de temperaturas elevadas, com registros de picos de calor intenso, especialmente no norte do Paraná.

No Sudeste, o calor deve ficar muito acima da média climatológica, com predomínio de tempo mais quente e sensação térmica elevada em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No Centro-Oeste, a expectativa é de calor intenso em áreas de Goiás e Mato Grosso do Sul, com médias mensais até 1°C acima do normal, variando entre 27°C e 30°C.

Na região Norte, o calor mais intenso deve se concentrar nos Estados próximos ao Nordeste, como Amapá, Tocantins e Pará, onde as temperaturas médias podem variar entre 27°C e 32°C. Já no Nordeste, o calor intenso deve predominar ao longo de fevereiro, com destaque para o Maranhão, onde as temperaturas elevadas tendem a persistir durante boa parte do mês.

Verão: próximos meses serão de temperaturas elevadas e pouca chuva, diz Apac

O verão em Pernambuco deve registrar temperaturas elevadas, acima da média, e pouca chuva. A previsão é referente ao primeiro trimestre de 2026 e foi divulgada pela presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Suzana Montenegro.

De acordo com a Apac, o cenário esperado para os meses de janeiro, fevereiro e março indica um comportamento climático típico do verão, com calor mais intenso e volumes de chuva que devem variar entre a média histórica e valores ligeiramente abaixo do esperado para o período.

Suzana Montenegro explicou que as condições não serão homogêneas em todo o estado e tendem a provocar impactos distintos entre as regiões.

“A previsão para o trimestre janeiro, fevereiro e março é de chuvas dentro da normalidade climatológica (dentro da média) e um pouco abaixo da média, e temperaturas elevadas, acima da média, que é o que nós esperamos para esta época do verão. Claro que a gente tem impactos diferentes ao longo do estado. Por exemplo, no Sertão, já estamos no período seco. Então, vai ser a região que tende a ter um maior impacto. Mas isso também deve impactar as outras regiões”, afirmou.

O Sertão deve sentir de forma mais intensa os efeitos do período seco, especialmente em áreas que já vêm enfrentando dificuldades relacionadas à escassez hídrica. Conforme a Apac, ao longo de 2025 foi observado um agravamento da seca em algumas regiões do estado, com destaque para o extremo oeste pernambucano.

“Ao longo de 2025, nós vimos o agravamento da seca, principalmente no extremo oeste do estado, mais especificamente no Sertão do São Francisco, que passou de uma seca fraca para uma seca extrema, e também na região do Agreste, principalmente o Agreste Central, que passou de uma seca moderada para extrema”, destaca Suzana.

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Inmet prevê chuvas intensas em Pernambuco até o final de semana; veja os municípios sob alerta amarelo

Municípios do Sertão de Pernambuco devem enfrentar chuvas mais intensas nos próximos dias, conforme alerta emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso de nível amarelo, que indica perigo potencial, tem validade até o domingo (25), e aponta a possibilidade de volumes significativos de precipitação na região. A previsão é corroborada pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), que também sinaliza instabilidade no interior do estado.

Segundo o Inmet, o alerta divulgado nesta terça-feira (20), abrange cidades como Afrânio, Araripina, Belém do São Francisco, Bodocó, Cabrobó, Cedro, Ipubi, Lagoa Grande, Moreilândia, Orocó, Ouricuri, Parnamirim, Petrolina, Santa Filomena, Santa Maria da Boa Vista, Serrita, Terra Nova, Trindade e Verdejante. Nesses municípios, a expectativa é de chuvas que podem chegar a até 50 milímetros em um único dia.

Além do volume de água, o órgão federal também chama atenção para a ocorrência de ventos mais fortes, que podem atingir velocidades de até 60 quilômetros por hora, aumentando o risco de transtornos pontuais, como queda de galhos de árvores, interrupções no fornecimento de energia e alagamentos em áreas mais vulneráveis.

O alerta do Inmet não se restringe a Pernambuco. A instabilidade atmosférica deve atingir áreas de outros estados brasileiros, incluindo Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, que também estão sob aviso para chuvas intensas no mesmo período.

Em Pernambuco, a Apac reforça o cenário de precipitações no Sertão e mantém o monitoramento das condições meteorológicas. O órgão orienta que a população acompanhe as atualizações dos boletins oficiais e adote cuidados em caso de ocorrência de chuvas mais fortes, especialmente em áreas sujeitas a enxurradas ou dificuldades de drenagem.

Vai chover no fim de semana em Pernambuco? Veja previsão da Apac

O final de semana deve ser de chuva fraca e isolada na maior parte de Pernambuco, de acordo com a previsão da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). A agência informou que tanto neste sábado (17) quanto no domingo (18) a previsão é de chuva fraca na madrugada e início da manhã na Região Metropolitana do Recife (RMR) e Zona da Mata.

Especificamente no domingo, somente a Mata Sul deve receber pancadas isoladas na madrugada ou início da manhã, sem previsão de chuva para a Mata Norte.

No Sertão, a previsão é de chuva fraca e isolada durante a tarde e à noite. A única região do estado onde não deve chover durante o fim de semana é o Agreste, que deverá ter clima parcialmente nublado, com poucas nuvens.

Segundo a meteorologista da Apac, Zilurdes Lopes, as temperaturas serão elevadas. A RMR e Zona da Mata devem ter máxima de 32°, Agreste de 34° e Sertão de 35°.

“Como a previsão é de pouca chuva e temperaturas mais elevadas durante o dia, a recomendação é de que a população se atente principalmente à hidratação”, disse.

Apac emite alerta de umidade baixa e calor intenso em Pernambuco

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um aviso de umidade relativa do ar abaixo de 30% para as regiões do Sertão de São Francisco, Sertão de Pernambuco e Agreste, válido até o dia 07 de janeiro de 2026. O fenômeno é causado pela atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (Vcan), que mantém a atmosfera ainda mais seca nesse período.

Com o ar seco, a umidade deve atingir níveis críticos, especialmente no Agreste Meridional, entre os dias 4 e 7 de janeiro. Além disso, as temperaturas também ficarão elevadas, podendo alcançar os 38°C no Sertão e até 37ºC no Agreste.

Diante do cenário, a Apac orienta a população a tomar cuidados redobrados, como beber bastante água, usar protetor solar, evitar atividades físicas entre 10h e 15h e optar por roupas leves. A Secretaria de Saúde reforça que é essencial seguir essas recomendações para minimizar os riscos à saúde em dias de calor extremo e baixa umidade.

Como o clima deve se comportar em janeiro, segundo Inmet

CHUVA - Agrotóxicos: detecção em três cidades paulistas

As previsões do tempo costumam apontar as condições climáticas para dias que se aproximam mesmo que fatores de última hora possam modificar a intensidade dos eventos de certa forma. Mas o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já fez um levantamento para janeiro, um mês que deve se caracterizar por chuvas acima de média em quase todo o país e menos precipitações em alguns trechos da região Nordeste.

Na região Sudeste, chuvas intensas são esperadas no estado de São Paulo e no sul de Minas Gerais, mas as precipitações estarão abaixo da média nas demais partes do território mineiro, sul do Espírito Santo e centro-norte do Rio de Janeiro.

Volumes de até 50 milímetros acima da média histórica são esperados na região Norte, principalmente no Amazonas, Acre, Amapá e Rondônia, assim como parte do Pará. O mesmo quadro pode ocorrer na região Sul, as exceções serão o centro-oeste de Santa Catarina e sul do Rio Grande do Sul.

No Nordeste, as precipitações devem ficar abaixo da média em quase todo o estado da Bahia, centro-sul do Piauí, na região central do Maranhão e no oeste de Pernambuco. Paraíba, Alagoas, Ceará, Piauí e demais partes do Maranhão terão grandes volumes de chuva em áreas isoladas.

Altas temperaturas

Após a onda de calor que perturbou a população em dezembro, o mês de janeiro não deve dar refresco. Nas regiões Norte e Sul, o aumento médio da temperatura normal para o período será de até 0,6 °C.

No estado do Tocantins, sul do Piauí e noroeste do Mato Grosso, o índice pode ficar até 1 °C acima da média para o mês.

“Para a Região Sudeste, prevê-se aumento da temperatura média na maior parte de Minas Gerais (com maior aquecimento no noroeste do estado) e nas porções oeste e nordeste de São Paulo. Nas demais áreas da região, é prevista temperatura média próxima à climatologia”, diz o comunicado do órgão.

Cuidados no verão

Ao longo do verão, é preciso manter-se hidratado, fazer refeições leves, evitar exposição ao sol entre 10h e 16h e, na praia, escolher alimentos de procedência conhecida.

Veja orientações do Ministério da Saúde para os dias mais quentes:

  • Use roupas leves, de cores claras e que não fiquem apertadas ao corpo;
  • Use óculos de sol e chapéu;
  • Opte pelo protetor solar com fator de proteção solar (FPS) acima de 30 para evitar queimaduras na pele;
  • Para se hidratar, dê prioridade para água, água de coco e sucos de frutas naturais;
  • Tenha cuidado com as bebidas alcoólicas que, em excesso, causam desidratação;
  • Diminua os esforços físicos, principalmente em momentos de calor intenso.

Inmet emite alerta de perigo potencial para baixa umidade em Pernambuco

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou aviso neste sábado (03), para baixa umidade relativa do ar, variando entre 30% e 20%, a partir da próxima segunda-feira (05), em municípios de Pernambuco, Maranhão, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.

Segundo o órgão existe baixo risco de incêndios florestais e à saúde. O instituto também informou dicas para a população nas áreas afetadas.

Veja:

  • Beba bastante líquido;
  • Evite desgaste físico nas horas mais secas;
  • Evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia;
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193);
  • As regiões pernambucanas em risco são o Sertão, Agreste e São Francisco pernambucano.

Calor intenso exige atenção

O período de calor intenso muda a rotina de milhões de pessoas em várias regiões do país. Além do desconforto causado pelas altas temperaturas, o sol forte e o ar seco exigem atenção redobrada com a saúde dos olhos.

Especialistas alertam que a exposição prolongada ao calor e à radiação solar pode provocar irritação, ressecamento e sensibilidade à luz, especialmente quando não há proteção adequada.

Durante os dias mais quentes, o organismo perde líquidos com mais facilidade. Essa perda afeta a produção natural das lágrimas, responsáveis por manter os olhos lubrificados e protegidos.

Quando essa camada diminui, muitas pessoas passam a sentir ardência, coceira, vermelhidão e sensação de areia nos olhos, sintomas comuns em períodos de calor intenso.

A radiação ultravioleta emitida pelo sol também representa um risco para a visão. A exposição direta e frequente aos raios UV pode causar inflamações na superfície dos olhos e contribuir para o surgimento de problemas oculares ao longo do tempo.

Por esse motivo, profissionais da área da saúde reforçam a importância do uso de óculos de sol com proteção contra os raios UVA e UVB sempre que houver exposição ao sol.

Seca avança em 19 estados e atinge 68% do território brasileiro, diz relatório

Brasília, DF 15-09-2024 Um Incendio atingiu o Parque Nacional de Brasília. Bombeiros e populares tentavam conter as chamas Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom

A condição de seca se intensificou em 19 estados brasileiros entre os meses de outubro e novembro, avançando para 68% do território nacional, ante 59% do levantamento anterior, aponta relatório da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico).

A piora ocorreu em Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Houve estabilidade da condição no Amapá, Distrito Federal e Santa Catarina, enquanto no Rio Grande do Sul o fenômeno voltou a ser verificado em novembro. Por outro lado, entre outubro e novembro, houve um abrandamento do fenômeno no Acre, Amazonas, Bahia e Paraná.

‌O relatório da ANA aponta, ainda, que em novembro de 2025 oito estados registraram seca em 100% do território: Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. Nos demais, os porcentuais variaram de 27% a 94%.

Com base no território de cada unidade da Federação acompanhada pela agência reguladora, o Mato Grosso lidera a área total com seca de novembro, seguido por Amazonas, Minas Gerais, Bahia e Pará.

No total, entre outubro e novembro, a área com o fenômeno seguiu em cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 68% do território brasileiro.

Segundo a ANA, considerando as cinco regiões geopolíticas acompanhadas no Monitor de Secas em novembro, o Sul teve a condição mais branda do fenômeno, enquanto o Nordeste apresentou a situação mais severa, com 21% de sua área com registro de seca extrema.

No Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste, o fenômeno se intensificou nesse período. No Sul, houve abrandamento da seca, enquanto a severidade ficou estável no Norte.

Considerando a extensão da área com seca, no Centro-Oeste, Sudeste e Sul, a área com seca teve um aumento. Nas regiões Nordeste e Norte, a área com o fenômeno permaneceu estável.

Cantareira

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Como investir a bolada de R$ 1 bilhão da Mega da Virada

Bilhete da Mega da Virada -

O prêmio estimado de R$ 1 bilhão da Mega-Sena da Virada, que será sorteado nesta quarta-feira (31), é o maior já oferecido por uma loteria no Brasil. A cifra, que não acumula e será integralmente distribuída mesmo se ninguém acertar as seis dezenas, desloca a discussão para além do consumo e do luxo imediato. Diante de um volume dessa magnitude, a principal decisão passa a ser financeira: como transformar um evento de sorte em um patrimônio sustentável ao longo do tempo.

Aplicado integralmente em instrumentos conservadores de renda fixa, o prêmio poderia produzir, ao longo de 2026, entre R$ 81 milhões e R$ 135 milhões líquidos. É um fluxo de renda que, isoladamente, colocaria o ganhador entre os maiores recebedores de rendimento financeiro do país.

A poupança, destino intuitivo para muitos brasileiros, aparece no fim da fila entre os investimentos mais rentáveis. Com rendimento anual estimado em 8,17%, ela geraria cerca de R$ 81,7 milhões em 12 meses, um valor voluptuoso, mas que perde eficiência frente a alternativas igualmente seguras. Os CDBs de bancos médios, remunerando 110% do CDI, lideram o ranking. Nesse cenário, o bilhão renderia aproximadamente R$ 135 milhões líquidos em um ano. Mesmo CDBs de grandes bancos, pagando 90% do CDI, entregariam mais de R$ 110 milhões no período.

Fundos DI e o Tesouro Selic, ficariam próximos, com ganhos entre R$ 121 milhões e R$ 123 milhões ao ano. Todos os valores já consideram a incidência de Imposto de Renda sobre os rendimentos, com exceção da poupança que é isenta de tributação.

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Apac prevê chuva para o Sertão na virada do ano e tempo firme nas outras regiões de Pernambuco

O ano de 2026 será recebido com chuva no Sertão de Pernambuco, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima. A Apac também prevê tempo firme, com céu parcialmente nublado nas outras regiões do estado, com possibilidade apenas de chuva fina neste sábado (27), à noite e madrugada do domingo.

“Os modelos atmosféricos indicam que deve chover no sertão entre os dais 31 de dezembro a 1º de janeiro”, adiantou o meteorologista Romilson Ferreira, da Apac, tranquilizando quem está com programação de réveillon ou para as férias no litoral do estado.

Para o final de semana a previsão é de predominância de sol em todo o estado, no litoral pode ocorrer chuva fraca e isolada no sábado à noite e durante a madrugada e primeiras horas da manhã do domingo, entre o agreste e o sertão não há previsão de chuva.

“Sem chuva nas demais regiões do estado, o que deve prevalecer é o céu parcialmente nublado com sol no estado”, complementou.

Conforme o meteorologista, o quadro deverá se estender por todo o mês de janeiro: “No Sertão, o verão corresponde ao período chuvoso, quando as pancadas de chuva podem ser fortes e concentradas em pouco tempo, acompanhadas de raios e trovões”.

“Já no Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana do Recife (RMR), o verão é um período que antecede o período chuvoso, com menor frequência de chuvas”, explicou.

Apesar da previsão de chuva no Sertão durante o mês de janeiro, Romilson destaca que a região continuará com a mais quente do estado.

“Em Pernambuco, o verão é caracterizado como a estação mais quente do ano, com temperaturas máximas que podem atingir valores próximos aos 40 graus, no Sertão, 37, no Agreste, 34, na Zona da Mata e no litoral, além de maior sensação térmica”.