Comércio do Recife terá funcionamento facultativo no feriado de 7 de Setembro; shoppings operam em horário especial

O comércio do Centro do Recife e dos bairros terá funcionamento facultativo nesta segunda-feira (07), feriado de 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife), os lojistas poderão definir se vão abrir e quais serão os horários de funcionamento.

Já os shopping centers da Região Metropolitana do Recife funcionarão em horários especiais durante o feriado. Os horários variam de acordo com cada estabelecimento.

No Recife, o Shopping Recife, RioMar Recife, Shopping Tacaruna e Plaza Shopping funcionarão das 12h às 21h. O Shopping Boa Vista abre das 11h às 19h, enquanto o Shopping Afogados terá funcionamento das 9h às 18h. Já o Shopping ETC funcionará das 12h às 18h.

Em Olinda, o Shopping Patteo Olinda estará aberto das 12h às 21h. Em Paulista, o Paulista North Way Shopping funcionará no mesmo horário. O Camará Shopping, em Camaragibe, também abrirá das 12h às 21h.

Em Jaboatão dos Guararapes, o Shopping Guararapes terá funcionamento das 9h às 22h. No Cabo de Santo Agostinho, o Shopping Costa Dourada abrirá das 9h às 22h. O Shopping Igarassu funcionará das 12h às 20h, enquanto o Recife Outlet, em Moreno, estará aberto das 9h às 21h.

Lojas da Neoenergia e Compesa fecham no feriado

As lojas da Neoenergia Pernambuco funcionarão normalmente no fim de semana que antecede o feriado. Na segunda-feira (07), as unidades estarão fechadas e o atendimento presencial será retomado na terça-feira (08), em horário regular.

Durante o feriado, os clientes poderão utilizar os canais digitais da distribuidora, que funcionam 24 horas. Entre os serviços disponíveis estão emissão de segunda via de conta, comunicação de falta de energia, solicitação de religação, negociação de débitos e atualização cadastral.

Em nota, a Compesa informou que todas as lojas de atendimento na Região Metropolitana do Recife e no interior pernambucano, inclusive as unidades que funcionam nos Expressos Cidadãos, estarão fechadas.

Comércio, serviços e turismo fazem apelo para que PEC do fim da escala 6×1 não seja votada antes das eleições

Da Assessoria

Diante do avanço no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, a principal entidade representativa do setor terciário brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de suas 34 federações e sindicatos filiados, lançaram no fim de semana (29 e 30 de agosto) uma campanha nacional conjunta com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.”

Se trata de um apelo aos Senadores que debatem a PEC que limita a carga horária nacionalmente sobre os graves riscos de acelerar uma mudança constitucional rígida sobre a jornada de trabalho em um momento de acentuada fragilidade econômica.

O setor produtivo destaca que a economia brasileira já enfrenta condicionantes severos: juros altos, crédito caro e restritivo, endividamento recordes das famílias, inadimplência sem precedentes entre as empresas, desinvestimento e saída de empresas estrangeiras do País. Ao mesmo tempo, o fim da Taxa das Blusinhas, um agravante na concorrência desleal para o varejo nacional, também é avaliado como parte do pacote de aprovações em um período sensível em que interesses políticos atravessam escolhas econômicas.

Impor uma elevação abrupta nos custos operacionais, em um setor onde mais de 90% da mão de obra atua no regime 6×1, significará repassar esse peso para o consumidor final em forma de inflação, gerando retração de vagas e aumento da informalidade, além do já mapeado prejuízo aos empresários que pagam impostos de importação muito maiores do que são isentados da Taxa da Blusinhas. O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, reforça a necessidade de responsabilidade e ponderação no debate legislativo neste contexto.

“O setor terciário não se opõe ao debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas uma decisão dessa magnitude exige análise técnica, diálogo e profunda responsabilidade. A conta para quem produz e emprega no Brasil já está alta demais. Votarmos esta alteração constitucional drástica nas relações de trabalho, de forma apressada e às vésperas de um processo eleitoral, é colocar em risco a estabilidade de milhões de micro e pequenas empresas e a própria manutenção dos empregos formais de toda a cadeia produtiva. O caminho seguro continua sendo a negociação coletiva, que respeita as realidades de cada região e setor. Agora é o momento de preservar a economia e garantir a segurança jurídica do País”.

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Comércio prevê queda de 3,6% nas vendas para o Dia dos Pais em Pernambuco

As compras do Dia dos Pais no comércio pernambucano em 2026 devem movimentar cerca de R$ 226,5 milhões, de acordo com a estimativa do Hub do Comércio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE). A cifra representa uma retração real de 3,6% em relação à movimentação do ano passado na data comemorativa.

De acordo com o presidente do Sistema Fecomércio em Pernambuco, Bernardo Peixoto, mesmo com a queda nos números, o período segue com fundamental importância para alavancar as vendas no varejo.

“O Dia dos Pais abre o ciclo das principais datas comerciais do segundo semestre e continua sendo uma grande oportunidade para diversos segmentos do varejo. Mesmo diante de um cenário de maior restrição ao consumo, a data mantém capacidade de estimular as vendas e contribuir para a atividade econômica em Pernambuco. O planejamento das empresas com as estratégias comerciais adequadas pode favorecer o desempenho dos negócios”, avalia Peixoto.

A metodologia utilizada no levantamento considera dados de diversas instituições como Banco Central, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE) e Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), além de cruzar com indicadores de crédito, pesquisas de intenção de consumo e arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para gerar a previsão.

Ao todo, é esperado que o estado movimente cerca de R$ 11 bilhões ao longo do mês de agosto, sendo R$ 2,46 bilhões deste total em arrecadação de ICMS.

Atividade econômica regional e inadimplência

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Dia dos Pais já movimenta comércio do Centro do Recife

Da Assessoria

Já começa a movimentação no comércio do Centro do Recife para a busca do presente do Dia dos Pais. Este é o penúltimo final de semana que antecede a data. Entre os segmentos com maior procura estão o de calçados, eletroeletrônicos, roupas, relógios, cosméticos, acessórios, ferramentas e artigos esportivos. “Sabemos que as famílias estão com o orçamento apertado, mas os pais receberão seu presente”, brincou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife), Fred Leal. Segundo ele, a expectativa do comércio é que as vendas cresçam em média 5%, em relação ao ano passado.

A lista de presentes também envolve almoço em família, vouchers de serviços e momentos de lazer. Segundo o representante do setor no Recife, o diferencial das lojas do Centro é a variedade de produtos, o preço mais em conta, além das facilidades de pagamento e o cliente já sair na hora com o presente para casa. “A dica é pesquisar para encontrar o presente que atenda a necessidade e ao bolso”, recomendou Fred Leal.

Clima de otimismo

As lojas mais envolvidas com o período estão adotando suas estratégias para atrair a clientela. A Império Móveis e Eletro, com 18 lojas na Região Metropolitana do Recife, aposta em mídia social, propaganda em rádio e TV, além de panfletagem e ações de comunicação nos pontos de venda. Segundo o gerente regional da rede, Paulo André, a expectativa é de otimismo e a estimativa é que as vendas cresçam entre 15% a 20%, em relação ao mesmo período de 2025. Ele informou que a procura tem sido maior por tablet, notebook,  smartphone, TVs, poltrona do papai, cortador de cabelo e barbeador.

Quem também espera incrementar os negócios é a rede Casa Pio, com 12 lojas em Pernambuco. Segundo o diretor Oliveira Gadelha, a previsão é de que o Dia dos Pais eleve as vendas em 5% no período, na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Tênis tem sido um dos itens mais adquiridos por conta da realização de corridas e a prática de esportes.

Revitalização esbarra no abandono de imóveis privados no Centro do Recife

Mais de 60 imóveis do Centro do Recife aderiram, desde dezembro de 2021, aos incentivos da Lei do Recentro, totalizando cerca de 150 mil metros quadrados de área construída reabilitada ou em processo de reabilitação. Apesar dos investimentos, o cenário de degradação ainda marca a área central.

Somente em 2025, a Defesa Civil do Recife classificou 136 edificações com risco estrutural alto ou muito alto, sendo 102 de alto risco e outras 34 de risco muito alto, evidenciando que a recuperação do Centro avança ao mesmo tempo em que dezenas de imóveis seguem sem manutenção e representam perigo para quem circula diariamente pela região.

Nos bairros do Recife, Santo Antônio, São José e Boa Vista, casarões e antigos prédios comerciais fechados convivem com empreendimento recém-instalados e imóveis restaurados.

Os imóveis classificados pela Defesa Civil estão distribuídos em algumas das principais vias da região, como as avenidas Marquês de Olinda e Dantas Barreto e as ruas da Moeda, Bom Jesus, Imperial e do Apolo. A classificação indica edificações que demandam acompanhamento técnico e intervenções para reduzir riscos decorrentes do comprometimento estrutural.

O abandono dos imóveis do Centro é resultado de um processo urbano que se arrasta há décadas. É o que mostra o estudo “Reabilitação de edificações em áreas centrais: contribuições do research by design para o Edifício Sulamérica (Recife)”, desenvolvido pelos arquitetos e urbanistas Mucio Cesar de Juca Vasconcellos e Yuri Nascimento Paes da Costa e apresentado no XV Seminário Internacional de Investigación en Urbanismo.

A pesquisa conclui que o esvaziamento do Centro do Recife começou ainda na década de 1940, quando a expansão urbana levou moradores de renda média e alta para novas áreas da cidade. Como consequência, houve redução da população residente e degradação do patrimônio histórico.

Segundo a Prefeitura do Recife, a recuperação e a manutenção de edificações privadas são responsabilidade dos proprietários. Ao município cabe fiscalizar, realizar vistorias, emitir notificações e desenvolver políticas voltadas à reabilitação da área central.

Na tentativa de reverter esse cenário, a Prefeitura criou, em 2021, a Lei do Recentro, que instituiu um conjunto de incentivos para estimular a recuperação de imóveis e atrair novos moradores e atividades econômicas para os bairros centrais.

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Move Brasil destrava financiamentos até para motoristas com nome sujo

Loja da BYD lotada no primeiro dia do programa Move Brasil

G1

A linha de crédito Move Aplicativos, criada dentro do Move Brasil pelo governo federal, começou a operar plenamente desde o dia 02 de julho, com a entrada do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Assim, concessionárias de diversas marcas começaram a fechar as primeiras vendas com condições diferenciadas para motoristas de aplicativo e taxistas.

Dos R$ 30 bilhões disponibilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), R$ 1 bilhão foi consumido desde o dia 19 de junho, quando o programa começou a operar. No balanço divulgado, 10.179 motoristas conseguiram fechar suas compras, com valor médio financiado de R$ 102 mil, segundo informações divulgadas pelo banco.

O volume de vendas ainda é baixo perto da quantidade de motoristas que buscam acessar a linha de crédito, mas o avanço mostra que as coisas começaram a andar. Anfavea e Fenabrave, que representam as montadoras e as concessionárias instaladas no Brasil, acreditam que o Move Aplicativos tem capacidade para gerar até 200 mil vendas.

Na concessionária Geely de Criciúma (SC), algumas vendas foram fechadas pela nova linha do governo, com o financiamento aprovado através do Banco do Brasil. Nesse caso, as vendas foram concluídas exatamente como o governo anunciou, sem entrada e com prazo de financiamento de até 72 meses.

“No começo de julho eu fechei cinco vendas através do Move Aplicativos. A análise de crédito dos bancos segue criteriosa, mas quem tem um perfil que atende às exigências do banco, está conseguindo comprar”, disse Morgana Vieira, vendedora da Geely.

Na Região Sudeste, nossa reportagem conversou com a vendedora de um grande grupo concessionário que também confirmou o início da operação com algumas vendas fechadas: “Conseguimos avançar com algumas negociações através de bancos privados e de montadoras, que aceitaram o financiamento sem entrada. A única condição que mudou foi a carência: caiu de 180 dias para 60 dias, mas o restante foi mantido”, disse a profissional, que pediu para não ser identificada.

Experiência de quem conseguiu comprar

“Acho que tive bastante sorte. Quando comecei o processo eu não sabia que estava tão difícil”, disse Ana Paula Martins Oliveira Silva, de 46 anos, de Ponta Grossa (PR), que trabalha como motorista de aplicativo há três anos.

Ela se cadastrou na plataforma do BNDES no dia 22 de junho e, logo depois de aprovada, solicitou o crédito no aplicativo do Banco do Brasil, que já tem uma aba do Move Aplicativos. O app informou que a solicitação de crédito estava aprovada, mas que era necessário aguardar até dez dias por um contato do banco, confirmando a liberação dos valores.

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Além do etanol, veja os itens que serão afetados pelo novo tarifaço dos EUA

Os Estados Unidos oficializaram na última quarta-feira (15) a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros. A medida foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), comandado pelo embaixador Jamieson Greer, por determinação do presidente Donald Trump. A medida entra em vigor em 22 de julho.

A sanção tem como base a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, dispositivo que permite a Washington retaliar práticas de outros países consideradas “injustas”, “irracionais” ou “discriminatórias” e que, na avaliação americana, prejudicam o comércio dos EUA.

Segundo o USTR, a investigação concluiu que medidas brasileiras em seis áreas restringem os negócios de “agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores” americanos; comércio digital e serviços de pagamento eletrônico; tarifas preferenciais consideradas desleais; enfraquecimento no combate à corrupção; proteção à propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal.

Além do etanol, serão afetados pelo novo tarifaço itens como o açúcar orgânico, máquinas agrícolas, papel e vestuário. O USTR também publicou uma extensa lista de itens importantes no setor de exportação brasileiro que estão isentos da nova cobrança como carne bovina, café, petróleo e laranjas.

Segundo o documento, a tarifa será aplicada às mercadorias importadas ou retiradas de armazéns para consumo a partir da data de vigência.

No entanto, haverá uma regra de transição: produtos que já estiverem embarcados antes de 22 de julho poderão ficar livres da sobretaxa, desde que ingressem nos Estados Unidos até 29 de julho.

De acordo com USTR, participantes da indústria de etanol dos Estados Unidos observaram que uma tarifa de 25% sobre todos os produtos brasileiros seria uma medida apropriada neste caso, estaria em conformidade com as conclusões da investigação e permitiria aos Estados Unidos recuperar o valor de mercado perdido em razão da imposição, pelo Brasil, de tarifas sobre o etanol.

Sobre o açúcar orgânico, os comentários da consulta pública observaram que a produção doméstica fornecia apenas uma pequena parcela da demanda dos Estados Unidos.

Veja a lista dos principais itens sujeitos a nova cobrança:

  • Etanol;
  • Máquinas agrícolas;
  • Vestuário;
  • Máquinas elétricas;
  • Calçados;
  • Ferramentas de jardinagem;
  • Equipamentos relacionados à mineração;
  • Papel;
  • Aço;
  • Açúcar orgânico;
  • Diversos produtos agrícolas;
  • Produtos manufaturados em geral.

Já a lista de exceções deixa de fora mais de 1,6 mil “códigos tarifários”. Os itens isentos pela nova cobrança são considerados sensíveis para a economia americana, segundo a avaliação de Washington.

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Secretaria da Mulher de Pernambuco participa do Moda Fenearte com peças produzidas em couro

A Secretaria da Mulher de Pernambuco participa, neste sábado (18), do Moda Fenearte, desfile que integra a programação da 26ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte). A ação contará com a apresentação de peças produzidas por artesãs e grupos acompanhados pela Secretaria, tendo como referência o couro, tema desta edição da feira.

Serão apresentados vestuário, bolsas, biojoias e bijuterias desenvolvidos por artesãs de diferentes municípios pernambucanos. As criações utilizam o couro em diferentes técnicas e aplicações, dialogando com a proposta temática da Fenearte.

Participam do desfile as artesãs Bernadete Rendas, de Poção, com roupas em renda renascença e couro; Margarete, do grupo Flor da Mata, de Paudalho, com roupas com aplicação em couro; Mestra Lívia, de Olinda, com roupas e bijuterias em couro; FS Arte Criativa, de Olinda, com bolsas; Rosas Encarnadas, de Olinda, com roupas de terreiro; Carmem Funiô, de Olinda, com bijuterias; Heliane, do Recife, com biojoias; Arte Vanda, do Recife, com bolsas; Cia do Retalho, de Olinda, com vestidos pintados; artesã de Ilha de Itamaracá com bijuterias produzidas com conchas e couro; Tereza Betânia, do Recife, com bijuterias; Betânia Arruda, do Recife, com bijuterias; Ashlley Gisele, do Recife, com bolsas; Petinha Bijou, do Recife, com bijuterias; Dona Costura, do Recife, com roupas; e Arteja Jatobá, de Jatobá, com bijuterias produzidas em couro de tilápia.

A gerente de Interiorização e Formação em Gênero da Secretaria da Mulher de Pernambuco, Inês Tenório, destaca que a participação no desfile amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido pelas artesãs participantes da feira. “A participação no Moda Fenearte é uma oportunidade para apresentar ao público peças produzidas por artesãs de diferentes regiões do estado, evidenciando técnicas, materiais e saberes tradicionais presentes no artesanato pernambucano. O desfile também contribui para ampliar a divulgação do trabalho desses grupos durante a realização da feira”, afirma.

A bolada milionária que brasileiros gastaram em bets na Copa do Mundo

bets

Desde o primeiro dia em que a bola rolou pela partida entre o anfitrião México e a África do Sul na Copa do Mundo, brasileiros gastaram impressionantes 852 milhões de reais em apostas esportivas online. No centro de uma polêmica com o governo, que endureceu regras de publicidade e investiga a Cazé TV por supostas irregularidades no anúncio de bets durante a transmissão dos jogos, a jogatina mobilizou 38% do país em apostas. Os dados são da fintech Klavi, que monitora diariamente o volume de palpites dos brasileiros desde o início do Mundial.

Apenas no confronto entre Brasil e Marrocos ainda pela fase de grupos, a cota média dos apostadores foi de 524 reais, quase 300% acima do valor das apostas diárias fora do período do campeonato, que é de 188 reais. Com o Brasil eliminado, o patamar médio do gasto em bets diminuiu consideravelmente. Neste sábado, 11, quando nossa arquirrival Argentina confirmou a vitória contra a Suíça com um golaço de Lautaro Martínez na prorrogação, em média foram enviados 191 reais por pessoa para casas de aposta.

Entre os apostadores, a maioria é homem (68%) e de perfil classificado pela Klavi como de renda alta (13%). De acordo com a fintech, 7,1% dos brasileiros transferiram dinheiro pelo menos uma vez para bets no sábado, o que totalizou 16,1 milhões de reais. Em um indicativo de que o volume de apostas é diretamente proporcional ao desempenho da seleção de Carlo Ancelotti, a cifra é 14% abaixo do normal. Antes da Copa, a média de apostas diárias chegava a 18,8 milhões de reais.

Sob o argumento de que era preciso promover justiça tributária mas de olho na melhoria das contas públicas, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad coordenou, no terceiro mandato do presidente Lula, a regulamentação das bets no país e fixou outorga de 30 milhões de reais para as empresas funcionarem legalmente no Brasil. De janeiro a maio, a arrecadação do governo com a tributação de apostas esportivas chegou a 5,89 bilhões de reais, 85% a mais que o mesmo período do ano passado. A ordem agora é fechar o cerco contra as ilegais.

Banco do Brasil fecha contrato de R$ 2,3 bi com Correios para prestação de serviços postais

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O Banco do Brasil divulgou nesta terça-feira (07), que assinou um contrato de prestação de serviços com os Correios no valor de R$ 2,3 bilhões. O contrato entrou em vigor no último dia 02 e tem prazo de cinco anos.

A contratação prevê prestação de serviços postais convencionais, especiais e telemáticos, em âmbito nacional e internacional, para todas as unidades do banco. Isso inclui, por exemplo, envio de faturas de cartão de crédito, extratos e outros tipos de correspondência.

O BB já tinha um contrato vigente com os Correios, mas sua validade ia só até 10 de julho deste ano, daí a necessidade de renovação. Firmado em junho de 2021 e vigente desde 1º de julho daquele ano, o instrumento previa prestação de serviços no montante de até R$ 2,17 bilhões ao longo de cinco anos.

O valor do novo contrato mantém limite similar, apenas incorporando atualização pela inflação.

O processo de contratação não contou com tomada de preços de terceiros. Segundo o BB, essa etapa não ocorreu por causa da “inviabilidade de competição, uma vez que a maior parte dos serviços demandados está sujeita ao monopólio postal” dos Correios.

“Para os serviços não sujeitos ao monopólio, a ECT-Correios é a única organização com capilaridade, abrangência nacional e capacidade operacional suficientes para assegurar atendimento integrado, contínuo e padronizado em todo o território nacional, inclusive em localidades remotas e de difícil acesso”, diz parte do documento do banco.

O BB acrescentou que adotou procedimentos para garantir a adequação da operação, incluindo análise técnica, avaliação jurídica e formalização contratual.

Em processo de reestruturação, os Correios tiveram um prejuízo de R$ 3,16 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo demonstrações financeiras divulgadas pela empresa estatal. O rombo é quase o dobro do observado em igual período do ano passado, quando o resultado ficou negativo em R$ 1,7 bilhão.

No fim de dezembro de 2025, os Correios tomaram um empréstimo de R$ 12 bilhões junto a cinco bancos, incluindo o Banco do Brasil.

Fecomércio-PE reúne empresários e lideranças para construir Agenda Institucional do comércio em 2026

Participantes do encontro vão integrar grupos de trabalho voltados à discussão de seis eixos temáticos.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) realiza, nesta quarta-feira, 1º de julho, o “Café da Manhã – Construção da Agenda Institucional do Sistema Comércio Pernambuco”. O encontro gratuito ocorre na Casa do Comércio, no bairro de Santo Amaro, às 9h, e reunirá empresários, presidentes de sindicatos e lideranças do setor produtivo em um momento de escuta, diálogo e construção coletiva sobre as principais demandas do comércio de bens, serviços e turismo no estado.

A iniciativa tem como objetivo reunir propostas e recomendações para compor a Agenda Institucional do Sistema Comércio Pernambuco 2026, documento que norteará a atuação da Fecomércio-PE junto ao poder público na defesa de pautas prioritárias para o desenvolvimento econômico e social de Pernambuco.

No evento, os participantes vão integrar grupos de trabalho voltados à discussão de seis eixos temáticos: desenvolvimento econômico; empreendedorismo e fortalecimento empresarial; trabalho e qualificação; tecnologia e transformação digital; desenvolvimento regional e sustentabilidade; segurança pública e combate à ilegalidade.

Para o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Pernambuco, Bernardo Peixoto, a construção da Agenda Institucional fortalece a representatividade do setor e amplia a capacidade de diálogo com os diferentes poderes.

“Este encontro é uma oportunidade para ouvirmos quem está na ponta, gerando emprego, movimentando a economia e enfrentando os desafios diários do ambiente de negócios. A Agenda Institucional nasce desse diálogo e será um instrumento importante para defender propostas concretas, capazes de contribuir com a competitividade das empresas e com o desenvolvimento de Pernambuco”, afirma.

As inscrições devem ser realizadas no site oficial do evento.

Último fim de semana antes do São João anima comércio na Região Metropolitana do Recife

Da Assessoria

O último final de semana antes do São João promete aquecer as vendas do comércio para a principal data do ciclo junino. A expectativa para todo o período é ampliar em 2% as vendas deste ano, em relação ao mesmo período de 2025. “Apostamos também nas compras de última hora para quem vai curtir o São João aqui ou vai viajar”, adiantou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife) e também do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Bens e Serviços (Sindilojas Recife), Fred Leal. Entre os itens mais requisitados estão roupas, calçados, itens de maquiagem e acessórios para compor o look.

O representante do varejo também ressalta a movimentação no comércio por conta da participação do país nos jogos da Copa do Mundo. Segundo Fred, o torcedor quer a camisa verde e amarela, bandeira e outros itens para fazer a torcida. O São João e os dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo vão alterar o funcionamento do comércio. Confira os horários no texto abaixo.

Forró itinerante

Uma ação no Centro, envolvendo um trio de pé de serra, vai animar ainda mais lojistas e o público. A intenção é criar um clima para o período junino e incentivar as vendas. O Império do Forró vai percorrer ruas a pé, levando muito forró nesta sexta-feira (19).

A Blitz de São João sairá às 11h da Praça Dom Vital e percorrerá Rua São José, Rua das Calçadas, Rua Santa Rita e retorna à Praça Dom Vital, vias do bairro de São José. A iniciativa é do Gabinete do Centro (Recentro), em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife).

Restaurantes Mangai e Nau encerram atividades no Recife

Após quase cinco anos de funcionamento em Boa Viagem, os restaurantes Nau e Mangai encerraram as atividades no endereço localizado na Avenida Domingos Ferreira, na Zona Sul do Recife.

A despedida marca o fim de um ciclo iniciado em dezembro de 2020, período em que os dois empreendimentos se consolidaram entre os destinos gastronômicos mais procurados da capital pernambucana.

Com propostas distintas, mas compartilhando a mesma estrutura, os restaurantes conquistaram espaço entre moradores e turistas ao combinar pratos da culinária nordestina, receitas tradicionais brasileiras e um ambiente voltado para encontros familiares, comemorações e experiências gastronômicas.

Em comunicado divulgado ao público, a administração destacou a gratidão pela receptividade dos recifenses e pelo apoio recebido ao longo da trajetória. A mensagem também ressaltou a importância dos clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros que contribuíram para a construção da história das marcas na cidade.

Além da atuação no setor gastronômico, os empreendimentos tiveram impacto na geração de empregos. Juntos, Nau e Mangai mantinham mais de 150 postos de trabalho e ofereciam uma capacidade superior a 400 lugares para atendimento ao público.

Retorno futuro

Apesar do encerramento das atividades no atual endereço, o grupo responsável informou que pretende retornar ao Recife futuramente. Segundo a empresa, já existe a busca por uma nova localização na capital pernambucana para viabilizar uma reabertura em outro momento.

Originário da Paraíba, o Grupo Maia & Tavares é responsável pelas marcas e possui operações em outras cidades do país, incluindo João Pessoa, Natal e Brasília. Na capital federal, o Mangai abriga uma das maiores estruturas gastronômicas do Brasil.

No Recife, os dois restaurantes funcionavam em um complexo de aproximadamente três mil metros quadrados, reunindo em um mesmo espaço a proposta sofisticada do Nau e o tradicional buffet regional do Mangai, combinação que ajudou a transformar o local em referência para quem buscava sabores típicos do Nordeste.

Evento fechado no Parque Dona Lindu deixa comerciantes na mão

Evento fechado no Dona Lindu deixa comerciantes na mão

Apesar da festa organizada para acompanhar o jogo do Brasil contra o Marrocos, neste sábado (13), no Parque Dona Lindu, na Zona Sul do Recife, comerciantes afirmam que se sentiram prejudicados por ficarem “de fora” do espaço fechado. A Arena Nº 1, patrocinada pela Brahma, bloqueou alguns acessos ao parque, mas deixou outras áreas livres para o público geral. No entanto, quem trabalha no local notou uma queda de clientes.

É o que relata Leônidas Ferreira, de 32 anos, que há 15 anos trabalha com sua mãe, dona de um quiosque em uma das áreas nos arredores do parque. O comerciante explicou que desde o início do processo de concessão do parque a uma empresa privada, ainda no ano passado, os eventos fechados vêm afetando as vendas. “Após esse processo de mudança, e principalmente quando (o parque) fecha, aí realmente atrapalha bastante essa área aqui”, compartilhou.

Mesmo com os quiosques abertos, vendendo lanches e bebidas, foi possível ver a praça de alimentação quase vazia. A maioria das pessoas se concentrava na parte da frente do parque, deixando a parte de trás às moscas. Leônidas contou ainda que esse cenário é comum em dias de evento fechado no equipamento. Mas nos finais de semana, em geral, o público lota o local. “É o que você consegue observar, as barracas vazias. Sem ser como é de costume aos sábados e domingos, o pessoal aguardando, pedindo, e as barracas todas cheias. Hoje, realmente, tá esquecido, e quando começou o jogo, foi pior”, disse.

Possível taxa a ser paga

Leônidas relembra que desde o início do trabalho da Viva Parques no Dona Lindu, a empresa chegou a se reunir, em uma ocasião, com os proprietários dos quiosques. No encontro, foi prometido que os locais não seriam removidos, mas que haveria, eventualmente, o pagamento de uma taxa fixa para os empreendimentos funcionarem. Não houve, no entanto, uma segunda reunião para informar mais detalhes sobre esse pagamento, e a conversa ficou indefinida.

“Até deram uma sugestão de realocar a gente para a área da entrada, mas nada que foi definitivo. Mostraram o projeto, mas só como ia ficar depois da reforma, mas não mostrou onde a gente ia ficar. O pessoal daqui não foi muito de acordo, então a reunião meio que ficou travada. E aí até agora a gente está esperando um posicionamento deles”, disse, por fim.

Pátio do Milho iniciou as vendas no Ceasa Pernambuco

O Ceasa Pernambuco abriu nesta sexta-feira (05) o tradicional Pátio do Milho, marcando o início da operação especial voltada para o período junino. No primeiro dia de funcionamento do pátio, consumidores relataram preços mais altos e reclamaram do valor cobrado pela mão de milho, vendida por cerca de R$ 55 em alguns pontos.

A expectativa do centro comercial é de aumento nas vendas ao longo das próximas semanas. De acordo com o diretor técnico operacional do Ceasa, Charles Gultiergue, a projeção é superar em 5% o volume comercializado durante o São João de 2025, quando foram vendidas cerca de 11 milhões de espigas.

Gultiergue orientou os consumidores a pesquisarem os preços antes da compra. Segundo ele, fatores como o horário e a proximidade das festas juninas podem influenciar diretamente os valores praticados pelos comerciantes.

A tendência, de acordo com o diretor técnico, é que o preço do milho apresente redução à medida que o São João se aproxima e a oferta do produto aumenta.

A abertura do Pátio do Milho contou com programação cultural, incluindo apresentações de forró, quadrilhas juninas e bacamarteiros. A partir do dia 15 de junho, o Ceasa passará a funcionar em regime de plantão 24 horas para atender ao aumento da demanda no período junino.