Ex-ministro Marco Aurélio Mello diz se arrepender de apoiar indicação de Moraes ao STF

CNN Brasil

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, disse, em entrevista à CNN neste sábado (05), que “se arrependimento matasse não estaria aqui” sobre ter apoiado o nome do ministro Alexandre de Moraes à Suprema Corte. A fala ocorre após terem sido tornadas públicas trocas de mensagens entre o Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do extinto Banco Master.

“Os fatos que vieram à balha são seríssimos. Quando caiu o avião e morreu o ministro Teori Zavascki, […] eu disse que o presidente Temer tinha um homem talhado para o cargo: professor universitário, membro do Ministério Público, secretário de segurança do prefeito Kassab, secretário de governo do governador Geraldo Alckmin, ministro da justiça. […] Se arrependimento matasse eu não estaria aqui hoje conversando com vocês”, afirmou Mello.

O magistrado aposentado ainda comentou que o ministro “vem errando a mão e isso é muito ruim”.

A troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes consta em um relatório da Polícia Federal (PF), que teve o sigilo derrubado pelo ministro do STF André Mendonça, acusado por Moraes de atuar fora do regimento jurídico.

Marco Aurélio Mello saiu em defesa da condução de André Mendonça no caso e avaliou que o atual momento da Corte representa uma “inversão de valores”.

“Eu penso que está havendo uma inversão de valores. O ministro André Mendonça se defrontou com um relatório da PF e procedeu como deveria, encaminhando à Procuradoria-Geral da República (PGR)”, declarou.

O relatório da PF mapeou uma série de encontros que ocorreram entre fevereiro de 2024 e agosto de 2025. Segundo o material, o primeiro contato foi intermediado ainda em 2023 por Fábio Faria, ex-ministro das Comunicações no governo de Jair Bolsonaro (PL), que encaminhou a Vorcaro o número de telefone de Moraes.

Em 2 de fevereiro de 2024, segundo as mensagens analisadas, ocorreu um jantar entre Moraes e Vorcaro, com a presença das respectivas esposas. Em novembro de 2024, ocorreram vários outros encontros.

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Alexandre de Moraes levanta bola para defesa de Lulinha tentar afastar André Mendonça de investigação

LULINHA - Segundo funcionários do condomínio, ele costumava andar pelo jardim da residência de bermuda e sem camisa

VEJA

Na batalha campal pública que trava contra o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes deu a senha para que a defesa do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, questione a parcialidade do magistrado indicado à Corte pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e tente tirá-lo do cargo.

Na última quinta-feira (03), Alexandre de Moraes tornou públicos relatórios de inteligência produzidos pela Polícia Federal que trazem análises apócrifas e de baixa densidade probatória, mas que foram usados pelo magistrado para argumentar que André Mendonça deveria ser investigado por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade, este último desencadeador de processos de impeachment.

Em um dos relatórios, a PF registra que em 13 de agosto, durante uma reunião presencial com policiais, Mendonça teria desqualificado as suspeitas que pairam contra o ex-prefeito e candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil), que recebeu 3,6 milhões de reais do Banco Master e da Reag, e não visto supostos indícios de tráfico de influência do político em defesa dos interesses do banqueiro Daniel Vorcaro.

Para o autor do relatório de inteligência, “a situação fática apurada quanto a ele [ACM Neto] guarda similaridade relevante com a de Fábio Luís Lula da Silva, o que sugere a adoção de standards probatórios distintos conforme o espectro político da pessoa envolvida nos fatos”.

Em decisão encaminhada ao presidente do STF Edson Fachin, Alexandre de Moraes afirma que tanto nas investigações do Master quanto na do INSS, a partir da qual se descobriram as traficâncias de Lulinha, “os fatos narrados nos Relatórios de Inteligência indicam que (…) o Ministro André Mendonça teria, em tese, praticado uma série de condutas tipificadas como improbidade administrativa, crimes de responsabilidade e de abuso de autoridade, com quebra da imparcialidade judicial e favorecimento a determinados grupos políticos”.

Lulinha integrava uma sociedade oculta com a lobista Roberta Luchsinger e com o empresário Fernando Bittar em que prospectavam negócios no governo do presidente Lula e utilizavam da influência do filho mais velho do petista para abrir portas no Executivo. A aliança era tão profícua que Roberta dizia ter ouvido do próprio Lula a oferta para que escolhesse “onde queria ficar” no governo.

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Caminho livre para vice de Flávio Bolsonaro: STF deve arquivar acusação contra Alfredo Gaspar

ISOLAMENTO - Alfredo Gaspar: candidato a vice anunciado na última hora

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aguarda parecer da Procuradoria-Geral da República para determinar o arquivamento das suspeitas que pairam contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-RN), candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O magistrado determinou que fossem feitas diligências para localizar as pessoas que teriam municiado o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) com informações sobre o suposto crime, mas, segundo relato, não foram encontrados elementos para a abertura de inquérito contra Gaspar. Mendes então encaminhou os resultados das diligências ao procurador-geral Paulo Gonet, que deve concluir pelo arquivamento do caso.

O episódio do suposto estupro veio a público na esteira do anúncio do parlamentar, antigo relator da CPI Mista do INSS, como candidato a vice na chapa de Flávio. Em uma reviravolta no caso, o próprio Gaspar chegou a acionar a Polícia Legislativa com a informação de Lindbergh teria forjado a acusação de estupro contra ele. O depoente afirmou que uma pessoa supostamente ligada ao parlamentar petista teria recebido dinheiro para sustentar a falsa acusação. Lindbergh nega envolvimento com o caso. Gaspar, por sua vez, sempre negou o episódio de violência sexual.

Alfredo Gaspar ganhou notoriedade depois que assumiu a relatoria da CPI Mista do INSS e defendeu a prisão de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula e, integrante de uma sociedade oculta com Roberta Luchsinger responsável por abrir as portas do governo para associados da lobista. “Não tenho dúvida, por esses anos de experiência, que isso terminará na prisão de Lulinha e no indiciamento de Lula”, afirmou Gaspar.

“Lula sabia o que estava acontecendo. A cúpula do INSS toda do governo Lula está presa”, completou.

No relatório final da CPI Mista, Gaspar chegou a protagonizar um bate-boca com Lindbergh depois de o relator ter feito referências a uma antiga fala do ministro aposentado do Supremo Luís Roberto Barroso, na época desafeto de Gilmar Mendes. Durante um julgamento em 2018, Barroso se desentendeu com Gilmar e o chamou de “uma mistura do mal com atraso e pitadas de psicopatia”.

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Prefeitura de Quixaba realiza formação da segunda turma do curso Saúde com Agente

A Prefeitura de Quixaba, no Sertão pernambucano, através da Secretaria Municipal de Saúde realizou a formação da segunda turma do curso Saúde com Agente, iniciativa do Ministério da Saúde voltada à qualificação dos profissionais que atuam diretamente na atenção à saúde da população.

Nesta turma, foram formados cinco Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e três Agentes de Combate às Endemias (ACE). Durante a solenidade, também foi realizada a entrega de tablets aos agentes de saúde, proporcionando mais ferramentas para o desenvolvimento das atividades em campo e o registro das informações de atendimento.

O vice-prefeito José Pereira, participou do evento representando o prefeito José Pereira Nunes, que cumpria agenda administrativa em Recife.

O secretário de Saúde, Emanuel Cabral, destacou a importância da formação para o aprimoramento dos profissionais e ressaltou o compromisso do Governo Municipal com a valorização e qualificação das equipes.

A iniciativa representa mais um investimento na estrutura e nos profissionais da saúde, fortalecendo o trabalho realizado diariamente e contribuindo para a melhoria dos serviços oferecidos à população.

Estratégia de colocar parentes em chapas ao Senado se espalha nas eleições

ALVOS - Ciro e Raimundo Nogueira: o parlamentar e seu irmão foram alvos da Operação Compliance Zero, da PF, que investiga o escândalo do Master

VEJA

Em 1992, uma comédia de humor ácido, Parente É Serpente, do italiano Mario Monicelli, fez relativo sucesso no Brasil retratando o pânico que tomou conta de quatro irmãos quando foram instados a decidir, numa reunião familiar de Natal, qual deles iria levar os pais, já bastante idosos, para morar com eles. O esforço dos filhos, e de alguns netos, passou a ser encontrar o melhor argumento possível para manter os parentes à distância. Três décadas depois, é o espírito contrário que move parte dos políticos que tentam uma das 54 cadeiras do Senado que estarão em disputa em outubro: nunca tantos fizeram questão de levar seus familiares para ficarem com eles por oito anos em Brasília.

Levantamento feito por VEJA mostra que ao menos quinze chapas, entre as que estão nas duas primeiras posições nas pesquisas, são formadas por parentes. Na lista de suplentes há esposas, filhos, irmãos, um pai e uma tia. Entre os nomes mais conhecidos está a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que terá como primeiro reserva o irmão Diego Torres Dourado (PL), que, como ela, nunca ocupou cargo eletivo, ex-militar da Aeronáutica, ensaiou ser candidato a deputado federal em 2022, mas recuou. Também no Distrito Federal, a deputada Bia Kicis (PL) terá como substituto imediato o filho Samuel Kicis, engenheiro que nunca disputou uma eleição. No Pará, o ex-governador Helder Barbalho (MDB) colocou seu pai no posto, o senador Jader Barbalho (MDB), que, aos 81 anos e no terceiro mandato no Senado, decidiu abrir espaço ao filho na Casa.

O expediente, embora crescente, não só não é novo, como vem sendo repetido por alguns parlamentares eleição após eleição. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), por exemplo, tem hoje como suplente sua mãe, Eliane Nogueira (PP), que assumiu várias vezes o cargo, inclusive por um bom tempo entre 2021 e 2022, quando ele foi ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro. Para este ano, porém, saiu a mãe e entrou o irmão Raimundo Nogueira, que nunca foi político, mas já foi alvo em maio, junto com o irmão, da Operação Compliance Zero, que investiga o escândalo do Master, chegou a usar tornozeleira por quase um mês. Outro senador, Eduardo Braga (MDB-AM), vai repetir em 2026 a dobradinha vitoriosa que fez com a esposa, Sandra Braga, em 2018. O próprio presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que não precisará renovar o mandato neste ano, foi eleito duas vezes (2014 e 2022) tendo o irmão Josiel em sua chapa.

A vaga de suplente é uma posição estratégica porque não raro o substituto senta na cadeira. Dos atuais 81 senadores, 34 já deram espaço para o reserva, o que representa 42% do total. A figura do suplente não existia no início da história do Senado, criado em 1824, no império. Até 1946, se um senador deixasse o posto, era preciso uma eleição suplementar. A Constituição de 1946 criou o primeiro suplente, número que subiu para dois em 1977. Já houve tentativas de mudar o sistema. Em 2001, a Casa rejeitou projeto de Marina Silva, que foi apresentado após Antonio Carlos Magalhães e Jader Barbalho renunciarem em favor de seus suplentes, que eram ACM Júnior (filho) e Laércio Barbalho (pai). “O mandato é espaço público, e não de herança familiar”, protestou Marina. Em 2013, proposta que diminuía para um suplente e barrava parentes, do senador Sibá Machado (PT-AC), foi aprovada e seguiu para a Câmara, onde está parada desde 2021. Hoje tramita no Senado um projeto de Fabiano Contarato (PT-ES) que torna inelegíveis cônjuge, companheiro e parentes em linha reta até o terceiro grau. Desde 2023, a proposta espera um relator. “A política pode ser exercida por membros de uma mesma família, mas o mandato público não deveria adquirir aparência de patrimônio político familiar”, avalia Francisco Nascimento, pesquisador da UnB em direito constitucional comparado.

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Prefeitura de Itapetim entrega novo sistema de abastecimento do sítio Jardim

Na noite desta sexta-feira (04), A Prefeitura de Itapetim, no Sertão do Pajeú, por meio da Secretaria de Agricultura e da Diretoria de Recursos Hídricos, realizou a entrega do novo sistema de abastecimento do sítio Jardim, levando água na torneira para várias famílias da comunidade e garantindo mais qualidade de vida para os moradores.

O momento também foi marcado pela entrega de um microtrator, em parceria com s vereadores, que será utilizado pelas associações do Jardim, Pé de Serra e Santo Antônio de Lima, fortalecendo as atividades e o trabalho dos agricultores.

A entrega contou com a presença da prefeita Aline Karina, do vice-prefeito, de vereadores, servidores municipais, presidentes de associações, representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, além da população do sítio Jardim e de comunidades vizinhas.

“É o Governo Municipal trabalhando, ouvindo as comunidades e transformando necessidades em ações que levam dignidade à população”.

Em agenda no Grande Recife, Renan Santos chama João Campos de “frouxo” e Tabata Amaral de “esposa home office”

Em agenda no Grande Recife, Renan Santos chama João Campos de “frouxo” e Tabata Amaral de “esposa home office”

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O presidenciável Renan Santos (Missão) aproveitou a passagem por Pernambuco, nesta sexta-feira (04), para colocar na mesa alguns dos temas que pretende levar para o centro do debate eleitoral, como a proposta de “desfavelização” em periferias do país. Em evento do partido realizado no Centro de Convenções, em Olinda, o candidato voltou a protagonizar declarações polêmicas, mas nenhuma chamou tanta atenção quanto os ataques que fez ao candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), e à sua esposa, a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP).

Porém, antes de direcionar as críticas a João, o presidenciável aproveitou o ato para comemorar a evolução do candidato do Missão ao Governo de Pernambuco, Renan Hallais (Missão), sustentando que a sigla já alcançou envergadura para influenciar os rumos do pleito no estado.

“Estou muito feliz com o crescimento de Renan, meu xará. Quando a gente começou, ele não tinha nem dinheiro para se bancar. Agora ele está com 4% nas pesquisas. No pior dos cenários, ele decide o resultado das eleições aqui”, afirmou.

O clima esquentou quando o foco migrou para a disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. Reagindo a conteúdos publicados por Tabata Amaral nas redes sociais, o postulante do Missão renegou a interlocução com a parlamentar paulista e exigiu o confronto direto com o gestor recifense, resgatando um discurso de forte oposição às oligarquias tradicionais da região.

“Tenho uma ojeriza a figura do João Campos, à dinastia dele, a linhagem dele, do pai dele, das famílias de donos de canaviais e donos de escravos que eles tinham no século XIX, que essa é a origem da família dele. Vou fazer oposição a eles em todos os sentidos. O João Campos que é um frouxo, ele é um homem muito fraco, ele botou a esposa dele, que é a esposa home office que nunca estão juntos, que é a Tabata Amaral para ficar me atacando, gravando vídeos. Não vou responder ela e eu vim aqui responder ele. Ele eu respondo”, disse Renan.

Nos últimos dias, Tabata Amaral passou a intensificar as críticas a Renan Santos nas redes sociais. Em vídeos publicados, ela questiona quem estaria por trás do financiamento das propostas defendidas pelo presidenciável e afirma que o crescimento dele nas pesquisas ocorre por meio da “manipulação” do eleitorado. Entre os temas citados pela parlamentar está a defesa do fim do voto universal.

Tabata também relacionou o adversário à propostas que, segundo ela, poderiam restringir o direito ao voto de mulheres e da população mais pobre, além de representar uma ameaça à continuidade de programas sociais.

Lula restringe núcleo de campanha e planeja reforço após se queixar de resultados

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Folha de S.Paulo

Candidato à reeleição, o presidente Lula (PT) tem reclamado da estagnação dos índices de aprovação de seu governo, segundo confidenciam auxiliares. Embora lidere as pesquisas, Lula viu frustrada a expectativa de melhora na avaliação de seu trabalho após o início da propaganda eleitoral.

Esse cenário de calcificação do eleitorado, além de vazamentos da tática discutida em reuniões semanais de uma coordenação ampliada, fez com que Lula restringisse o núcleo de sua campanha a quatro pessoas.

Fazem parte desse grupo os ministros Sidônio Palmeira (Secom) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral da Presidência); o presidente do PT, Edinho Silva; e o petista Paulo Okamotto, seu amigo próximo, este com participações esporádicas.

A equipe de comunicação da campanha e ministros da confiança de Lula, como José Guimarães (Relações Institucionais), são chamados de acordo com a pauta das reuniões.

Ainda segundo colaboradores, o presidente planeja reforçar o comando da campanha com a convocação de nomes como o do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, que se licenciaria do cargo para se integrar ao time.

Segundo a mais recente pesquisa Datafolha, seu governo é considerado ruim ou péssimo por 42% dos eleitores. Outros 31% o avaliam como ótimo ou bom, enquanto 25% dizem achá-lo regular.

A pesquisa aponta que ele tem 38% das intenções de voto no primeiro turno, ante 33% de Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário. Para o segundo turno, os dois aparecem em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. O petista tem 46% contra 44% do rival.

Com a possível entrada de Mercadante e a presença de Sidônio, cogitou-se a reedição da vitoriosa equipe de 2022. Mas a ex-ministra e deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o deputado Rui Falcão (PT-SP) dificilmente poderão ser reintegrados.

Gleisi não poderia viajar a Brasília porque enfrenta uma dura disputa pelo Senado no Paraná. Já o nome de Falcão enfrentaria forte resistência de Edinho, com quem travou disputa pela presidência do PT em 2025.

Além do engessamento dos níveis de aprovação do governo, o atraso na distribuição de material é apontado como um dos entraves da campanha do presidente. Aliados também observam que o petista fez poucos comícios e eventos semelhantes nos estados até o momento.

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Sesc de Setembro leva música e recreação a Serra Talhada

O Sesc Serra Talhada promove, no dia 20 de setembro, mais uma edição do Sesc de Setembro, projeto de lazer realizado em alusão ao mês da Independência do Brasil. A programação acontece a partir das 9h e reúne música, recreação e atividades para diferentes públicos.

A atração musical ficará por conta do grupo Pernambuquês. Durante o evento, o público também poderá participar de atividades de recreação aquática e esportiva, desafios, brincadeiras, bingo e torneio de dominó.

A proposta é reunir famílias e amigos em um dia de convivência e lazer, ampliando as opções de entretenimento durante o mês de setembro. Os ingressos custam R$ 12 para comerciários e seus dependentes e R$ 22 para o público em geral.

Serviço:

Sesc de Setembro

  • Data: 20 de setembro
  • Horário: A partir das 9h
  • Ingressos: R$ 12 (comerciários e dependentes) e R$ 22 (público em geral)
  • Local: Sesc Serra Talhada (Av. Vicente Inácio de Oliveira – Bom Jesus)
  • Informações: (87) 99999-2786

Gastos de João Campos com adesivos ultrapassam valor total da campanha de Ivan Moraes

Gastos de João Campos com adesivos ultrapassam valor total da campanha de Ivan Moraes

A prestação de contas feita pelos candidatos ao Governo de Pernambuco ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) expôs a disparidade financeira na política do estado. Enquanto as campanhas de Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) despontam como as mais ricas, o projeto dos demais adversários, como o de Ivan Moraes (PSol) e Renan Hallais (Missão), tenta sobreviver à disputa com as economias na ponta do lápis.

Esta realidade fica evidente se compararmos os gastos com adesivos de João Campos com o valor total da campanha de Ivan Moraes. Conforme a declaração parcial dos candidatos, a equipe da Frente Popular investiu R$ 466 mil só em adesivos, enquanto toda estrutura disponível ao representante da federação PSol/Rede equivale a R$ 460 mil.

Raquel próxima ao teto de gastos

A campanha de Raquel Lyra (PSD) é a que mais tem dinheiro em caixa. Sustentada, principalmente, por recursos do partido, a campanha de reeleição da governadora conta com receita de R$ 10 milhões, sendo o montante mais próximo do teto de gastos imposto pela Justiça Eleitoral para o 1º turno, em torno de R$ 11 milhões.

João Campos aparece logo atrás, porém, seus R$ 4,6 milhões de receita correspondem a menos da metade do caixa que a adversária tem disponível até a votação. Outra diferença é que a campanha do PSB já lançou os primeiros gastos de forma detalhada no portal do TSE, enquanto a equipe de Raquel ainda não apresentou nenhum gasto já feito.

Confira as contas declaradas pelos principais candidatos, por ordem de maiores recursos recebidos:

Raquel Lyra (PSD)

Recebeu R$ 10.170.000,00, sendo 99% do valor enviado pelo partido e duas doações de pessoas físicas, com destaque para Gustavo Krause, pai de sua vice Priscila Krause (PSD). A campanha ainda não lançou nenhum gasto.

João Campos (PSB)

Recebeu R$ 4.690.000,00 provenientes do PSB e do Republicanos, partido do vice Carlos Costa. A campanha declarou já ter investido R$ 2.421.680,02, quase metade de todo caixa disponível.

Os maiores gastos foram com publicidade física e digital:

  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (32% do total): R$ 785 mil;
  • Despesa com impulsionamento de conteúdos (19%): R$ 480 mil;
  • Publicidade por adesivos (19%): R$ 466 mil.

Ivan Moraes (PSol)

Recebeu R$ 460.459,00 mil para a campanha, sendo 95% do próprio partido somados à arrecadação por meio de uma plataforma de financiamento e duas doações físicas, com destaque para uma contribuição de R$ 5.

Até o momento, o candidato declarou ter gasto apenas R$ 9 com a taxa de administração do site de doações.

Renan Hallais (Missão)

Recebeu R$ 101.942,00, sendo 98% do próprio partido e a quantia restante proveniente da plataforma de financiamento. A candidatura declarou o gasto de R$ 73.998,00.

Os principais pagamentos foram destinados para despesas com a equipe, adesivos e outros serviços:

  • Despesas com pessoal (41%): R$ 30.895,00;
  • Publicidade por adesivos (40%): R$ 30.059,00;
  • Serviços prestados por terceiros (17%): R$ 13 mil.

Guilherme Fonseca (PSTU)

Recebeu R$ 17 mil do partido e informou ter gasto R$ 10 mil até o momento, sendo destinados R$ 7 mil para advogados e R$ 3 mil para um escritório de contabilidade.

Professora Camila (UP)

Recebeu R$ 4.240,00, correspondente a uma doação física de R$ 240,00 e R$ 4 mil do partido. A candidata ainda não declarou seus gastos com a campanha.

Prazos

Além do teto de gastos de R$ 11.562.724,00 no 1º turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fixa prazos para que as candidaturas enviem sua relação de gastos. A prestação de contas parcial deve ser encaminhada até 13 de setembro, com a publicação prevista para o dia 15.

A data final para que as campanhas gastem ou arrecadem encerra em 4 de outubro, dia da votação. Já o prazo para prestação de contas final do 1º turno expira em 3 de novembro e, do 2º turno, no dia 14 de novembro.

STF analisou 307 inquéritos sigilosos desde que Alexandre de Moraes iniciou o das fake news

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Estadão

Desde que o inquérito das fake news foi aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), há sete anos e meio, outras 307 investigações sigilosa, sobre temas variados, começaram a tramitar na Corte. Apenas o caso relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, contudo, segue em curso indefinidamente e sem alvo exato.

Sob pretexto de apurar ataques a ministros, aquele que ficou conhecido como “inquérito do fim do mundo” recebeu o número 4.781, quando foi instaurado de ofício em 2019. Agora, a Corte já está no número 5.088. A mais recente apuração chegou ao gabinete de Cristiano Zanin no último dia 28.

Nesta semana, o inquérito obscuro que já mirou aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou um novo capítulo após Moraes incluir como investigado o colega André Mendonça, relator dos casos Master e INSS na Corte.

Fachin retirou o pedido do inquérito das fake news, que Moraes relata desde 2019, e incluiu o caso no mesmo procedimento aberto sobre os indícios encontrados pela PF contra o magistrado. Nessa sexta-feira (04), o presidente da Corte defendeu publicamente o fim dessa investigação.

“Os acontecimentos recentes demonstram o acerto e a urgência de três metas de nossa gestão: a adoção de um Código de Ética, o fim do inquérito das fake news e a modernização do sistema de Justiça”, disse Fachin em um evento no Palácio do Planalto.

Na última terça-feira (1º), André Mendonça levantou o sigilo de um relatório da PF que compilou 51 mensagens comprometedoras em 21 dias entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, após o conteúdo ser revelado pelo Estadão.

Arcoverde sedia seminário sobre impactos da Reforma Tributária em Pernambuco

Da Assessoria

Na próxima quinta-feira (10), Arcoverde recebe um seminário sobre os impactos da Reforma Tributária com participação do procurador-geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Ricardo Alexandre. O objetivo do evento é explicar as novas regras fiscais para gestores públicos, empresários e profissionais de contabilidade e direito do Sertão.

“Durante o seminário, vamos abordar os principais impactos da Reforma Tributária sobre os diversos setores da economia, discutindo os desafios e, principalmente, as oportunidades trazidas pelas novas regras de tributação do consumo. Será uma oportunidade para compreender melhor as mudanças e se preparar para esse novo cenário tributário”, disse ele.

A programação é dividida em dois eixos técnicos. A partir das 14h, Ricardo Alexandre apresenta as mudanças na cobrança de impostos e os efeitos nos diferentes setores da economia. Durante a exposição, o procurador-geral também abordará os fundamentos técnicos do seu novo livro, “Reforma Tributária: A Nova Tributação do Consumo no Brasil”, escrito em coautoria com Tatiane Costa Arruda.

Serviço:

  • Seminário: Impactos da Reforma Tributária para os Diversos Setores da Economia
  • Data: 10 de setembro de 2026
  • Horário: 14 às 18h
  • Local: Líder PE Consultoria, R. Germano Magalhães, nº 176 – Centro, Arcoverde/PE

TRE-PE capacita administradores de prédio em busca de reduzir filas no dia das eleições

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O Laboratório de Inovação (Labin), do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), deu início nesta sexta-feira (04) a uma série de reuniões que fará com administradores de prédio, que são os responsáveis pelos locais de votação. O encontro tem como objetivo implantar o projeto-piloto Voto Ligeirinho, inicialmente previsto para 15 locais de votação, com o objetivo de otimizar o fluxo das filas nas seções eleitorais e reduzir o tempo total de votação.

O projeto foi concebido pela Rede Nordeste de Inovação, coletivo que reúne os TREs dos nove estados da região, além do Pará. Neste primeiro momento de capacitação, ocorrido na Escola Judiciária Eleitoral (EJE) do TRE-PE, participaram administradores de prédios de Jaboatão dos Guararapes – da Escola Nossa Senhora Aparecida, do Colégio Alberto Luiz Russo e da Escola José Carneiro de Barros Campelo.

Nos próximos dias 9 e 10 de setembro, mais duas turmas de 15 e 19 administradores de prédios de Olinda participarão das reuniões. Nos dias 14 e 15 de setembro o encontro será com os administradores de Caruaru e de Garanhuns, no Agreste.

O coordenador do Labin, Orson Lemos, que conduziu os trabalhos nesta sexta-feira, explica que a ideia é aumentar as atribuições dos administradores de prédio, que poderiam atuar como fiscais, visando a garantia do fluxo regular das filas e o bom andamento dos trabalhos dos mesários no dia da votação. O objetivo final do projeto é reduzir o tempo médio nas filas de votação, através de estratégias de comunicação e logística.

Os administradores envolvidos preencheram um formulário antes da reunião, para indicar as principais dificuldades com que se deparavam no dia das eleições. A partir deste conhecimento prévio, foram realizados debates e trocas de informações, para se chegar a possíveis soluções para os problemas apresentados.

Colaboração

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Semana que prometia ser boa acaba ruim para Lula

Poder360

A semana deveria terminar com boas notícias para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O Congresso avançaria em pautas de interesse do governo, como o fim da taxa das blusinhas e a PEC da Segurança Pública. A proposta para acabar com a escala 6 X 1 também seria levada adiante. O petista chegou a comemorar sua aprovação antes da hora, em evento em Belo Horizonte (MG).

Para completar, o governo anunciaria a redução da fila do INSS, o que de fato fez. Teve até na agenda encontro com pesos pesados do PIB. Deveria ser o começo da desejada agenda positiva depois de semanas de notícias ruins envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, que recebeu dinheiro da empresária e lobista Roberta Luchsinger.

Mas o imponderável mudou o roteiro. A agenda positiva foi novamente adiada. Lula sequer foi o protagonista dos últimos dias. A crise no Supremo Tribunal Federal, sim.

As revelações sobre a proximidade do ministro Alexandre de Moraes com o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, preso sob suspeita de crimes financeiros, produziram uma crise institucional que atingiu o STF e, por extensão, Lula.

Não surgiu até agora nenhuma revelação que envolva diretamente o presidente. O problema é político.

Lula construiu parte da narrativa deste mandato a partir do 8 de Janeiro e em associação com o Supremo. O presidente e alguns ministros do STF foram apresentados como os salvadores da democracia brasileira contra os “fascistas” e os “extremistas”. Agora, um dos principais heróis dessa história perdeu a capa.

A proximidade de Moraes com Vorcaro foi exposta. Foram ao menos nove reuniões pessoais. O próprio ministro editou contrato de R$ 131 milhões do ex-banqueiro com o escritório de sua mulher, Viviane Barci, e foi consultado pelo fundador do Master se deveria deixar o país dois dias antes de ser preso.

A investigação tornada pública pelo ministro André Mendonça expôs uma relação de proximidade entre os dois. E com muito dinheiro envolvido. Moraes reagiu incluindo Mendonça no interminável inquérito das fake news. Foi desautorizado pelo presidente do STF, Edson Fachin, que, ao lado de Lula, defendeu o seu fim nesta sexta-feira (04).

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Dr. Pedro Alves acompanha obras da praça no bairro Santa Ana

O prefeito Dr. Pedro Alves, de Iguaracy, acompanhou o andamento das obras de construção da praça localizada no bairro Santa Ana, conhecido como bairro do Campo.

Ao lado de Fábio Torres, secretário de Obras, e do secretário-executivo de Obras, José Inácio, o prefeito vistoriou os serviços e destacou a importância da obra para os moradores.

O espaço será destinado ao lazer, convivência e encontro das famílias, contribuindo para a valorização do bairro e oferecendo à comunidade um ambiente mais agradável e estruturado.

Dr. Pedro Alves reforçou que a obra está avançando e que a população poderá usufruir em breve do espaço.

“Estamos trabalhando para entregar esse espaço de convivência à nossa população. Logo, logo, essa praça estará pronta e será entregue para as famílias do bairro Santa Ana e de toda Iguaracy”, destacou o prefeito.