Recife é a 4ª cidade do Brasil em geração de emprego por habitante entre as grandes cidades em 2025

Recife ocupou a 4ª posição no ranking nacional de geração de emprego formal por habitante em 2025 entre as cidades de grande porte, com 500 mil habitantes ou mais. O levantamento, feito a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), usou o saldo de vagas formais a cada 100 mil habitantes como critério de comparação, o que permite colocar lado a lado cidades de tamanhos diferentes dentro da mesma faixa de porte.

No ano, Recife registrou saldo líquido de 22.273 empregos formais, resultado de 238.456 admissões e 216.183 desligamentos. O salário médio de admissão na cidade ficou em R$ 2.125. Com uma população de 1.588.376 habitantes, segundo o Censo do IBGE, o saldo por 100 mil habitantes alcançou 1.402 — o número que garantiu à cidade a 4ª colocação entre as grandes cidades do país.

Comparar diretamente o saldo de empregos entre cidades favorece, naturalmente, os municípios maiores, que tendem a concentrar mais vagas apenas pelo volume de sua população e de seu mercado de trabalho. Para corrigir essa distorção, o indicador por 100 mil habitantes divide o saldo líquido de empregos pela população e aplica essa proporção, permitindo uma comparação mais justa entre cidades de portes diferentes dentro da mesma faixa.

É por isso que o ranking de 2025 separou as cidades por faixa populacional, e Recife disputou posição com outras cidades de grande porte — aquelas com 500 mil habitantes ou mais. Essa segmentação evita que uma metrópole seja comparada a uma cidade média, e o contrário também é evitado: cidades menores não competem com polos industriais de grande escala.

Entre as dez primeiras colocadas na faixa de grandes cidades, Osasco (SP) liderou o ranking com 3.348 empregos por 100 mil habitantes, seguida por Brasília (DF), com 1.737. Recife apareceu na sequência, em 4º lugar, com os 1.402 empregos por 100 mil habitantes mencionados acima, à frente de São Luís (MA), com 1.576, e João Pessoa (PB), com 1.355.

CNH na Porta permite receber documento físico em domicílio em Pernambuco

Da Assessoria

Quem precisa receber a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em Pernambuco já conta com uma opção mais prática e flexível. Em parceria com o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE), os Correios disponibilizam o CNH na Porta, serviço que permite ao condutor receber o documento físico em domicílio ou em outro endereço de sua preferência.

Já em operação, a solução logística evita o deslocamento do cidadão até um posto de atendimento exclusivamente para retirar a habilitação impressa após sua emissão. A entrega é realizada pelos Correios por meio do Sedex, com Aviso de Recebimento Digital (AR Digital), garantindo o rastreamento da remessa e a comprovação eletrônica da entrega ao destinatário.

A adesão ao serviço é opcional e pode ser feita solicitada pelo site ou aplicativo oficial do Detran/PE. No atendimento relativo ao serviço de habilitação, o usuário seleciona a opção CNH na Porta, informa o endereço em que deseja receber o documento e efetua o pagamento da taxa de entrega.

Após a emissão da CNH, o documento passa pelas etapas de preparação para postagem, que incluem separação, endereçamento, etiquetagem, envelopamento e conferência. Em seguida, os envelopes são coletados e postados pelos Correios, conforme o fluxo operacional estabelecido entre as instituições. Com a postagem via Sedex, o condutor recebe um código de rastreamento que permite acompanhar o deslocamento da encomenda até o endereço indicado para entrega.

A iniciativa reúne a expertise do Detran-PE na prestação dos serviços de habilitação à capacidade logística dos Correios, garantindo agilidade, comodidade e segurança na entrega do documento oficial aos condutores de Pernambuco.

Subsídio de R$ 20 mil: Morar Bem PE – Entrada Garantida chega a 28 mil famílias

Por Lucas Moraes/JC

O programa Morar Bem Pernambuco – Entrada Garantida alcançou a marca de 28 mil famílias beneficiadas em todo o Estado. A iniciativa, executada pelo Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-PE) e da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), concede um subsídio estadual de R$ 20 mil para auxiliar famílias de baixa renda no pagamento da entrada para o financiamento da casa própria. Em todo o território estadual, a ação conta com 516 empreendimentos credenciados e 9.026 unidades habitacionais disponíveis.

“Alcançar esse volume de famílias beneficiadas pelo programa Morar Bem Entrada Garantida demonstra o compromisso do Governo de Pernambuco em transformar em realidade o sonho da casa própria, com foco especial na autonomia das mulheres, que representam quase metade dos atendidos. Nosso objetivo continua sendo o de garantir moradia digna, segurança jurídica e inclusão social em todas as regiões de Pernambuco, combatendo o déficit habitacional com entregas concretas e impacto direto na vida das pessoas”, diz o Secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Rodrigo Ribeiro.

O recurso financeiro é direcionado para a aquisição de imóveis inseridos nas normas da modalidade e pode ser acumulado com os incentivos federais do Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A junção das verbas diminui a quantia necessária para a entrada e, em determinados cenários, permite a efetivação do contrato de financiamento sem exigir recursos próprios da família para a etapa inicial da transação.

Os teto de valor dos imóveis varia conforme a localidade. No Recife, o limite fixado é de R$ 270 mil. Na Região Metropolitana e nos municípios pernambucanos que possuem mais de 300 mil habitantes, como Caruaru, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e Petrolina, o teto máximo é de R$ 255 mil.

Em cidades cuja população se situa entre 100 mil e 300 mil habitantes, o teto atinge R$ 240 mil, enquanto nas demais localidades do Estado podem ser enquadradas unidades habitacionais de até R$ 210 mil.

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Morar Bem Pernambuco chega a 28 mil famílias beneficiadas com subsídio de R$ 20 mil

Morar Bem Pernambuco chega a 28 mil famílias beneficiadas com subsídio de R$ 20 mil.

O programa Morar Bem Pernambuco – Entrada Garantida alcançou a marca de 28 mil famílias beneficiadas em todo o estado. A iniciativa do Governo de Pernambuco oferece um subsídio de R$ 20 mil para ajudar famílias de baixa renda a pagar a entrada do financiamento da casa própria, facilitando o acesso ao primeiro imóvel.

A modalidade é executada por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco (Seduh-PE) e da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab). Atualmente, o programa reúne 516 empreendimentos participantes e disponibiliza 9.026 unidades habitacionais em diferentes municípios pernambucanos.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Rodrigo Ribeiro, o resultado representa um avanço na política habitacional do estado, especialmente diante da participação das mulheres entre as pessoas atendidas.

“Alcançar esse volume de famílias beneficiadas pelo programa Morar Bem Entrada Garantida demonstra o compromisso do Governo de Pernambuco em transformar em realidade o sonho da casa própria, com foco especial na autonomia das mulheres, que representam quase metade dos atendidos”, afirmou.

O secretário também destacou que a iniciativa busca ampliar o acesso à moradia digna e contribuir para o enfrentamento do déficit habitacional em Pernambuco.

Subsídio 

O benefício de R$ 20 mil é destinado à compra de imóveis que atendam às regras do programa estadual. O valor também pode ser acumulado com os subsídios oferecidos pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

A combinação dos benefícios pode diminuir o montante necessário para a entrada do imóvel. Em determinadas situações, os recursos podem permitir que a família contrate o financiamento sem precisar utilizar dinheiro próprio para essa etapa.

Os valores máximos dos imóveis aceitos variam conforme o município onde estão localizados. No Recife, o limite é de R$ 270 mil. Na Região Metropolitana e em municípios pernambucanos com mais de 300 mil habitantes, como Caruaru, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista e Petrolina, o teto é de R$ 255 mil.

Já nos municípios com população entre 100 mil e 300 mil habitantes, podem ser adquiridos imóveis de até R$ 240 mil. Nas demais cidades do estado, o limite estabelecido é de R$ 210 mil.

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No Recife, Raquel Lyra entrega 49 casas reformadas pelo Morar Bem

A governadora Raquel Lyra (PSD) entregou, nesta quarta-feira (07), no bairro de Santo Amaro, no Recife, 49 casas reformadas através do programa Morar Bem na modalidade Reforma no Lar. Somente nesta localidade, está prevista a reforma de mais 254 imóveis. O investimento destinado pelo programa ao bairro de Santo Amaro é de R$ 5,4 milhões.

“Com a casa reformada, essas famílias podem ter um lugar decente para viver e sonhar novos sonhos. O Reforma no Lar faz parte da nossa estratégia de garantir melhoria nos imóveis, assegurando melhorias e dando condições de habitabilidade e segurança para as famílias pernambucanas. Além das entregas de hoje, o trabalho continua. No total, são mais de 300 casas nesse lote que estamos reformando em Santo Amaro. Vamos continuar trabalhando por Recife e Pernambuco”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Os trabalhos de reforma começaram em junho deste ano. No momento, 40 profissionais continuam atuando na comunidade para finalizar o conjunto de obras até agosto de 2027. Os serviços incluem reabilitação de coberturas, renovação de instalações elétricas e hidráulicas, aplicação de revestimento cerâmico e pintura geral nas residências delimitadas pela área do projeto.

Em todo o estado, o Reforma no Lar já concluiu os serviços em 1.950 imóveis, e 384 casas estão com obras em andamento. Outras 3.861 unidades habitacionais aguardam o início das obras, enquanto 6.400 cadastros encontram-se em análise pelas equipes técnicas. A meta global do programa é reformar 12.600 imóveis, com um investimento de R$ 52,5 milhões.

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Dobra número de pessoas em situação de rua no atual governo: agora são quase 400 mil

Diário do Poder

Se as pessoas em situação de rua no Brasil formassem uma cidade, ela já seria maior do que as capitais Vitória (ES), Palmas (TO) ou Rio Branco (AC). Em junho de 2026, o Cadastro Único registrava 392,4 mil pessoas nessa condição. Em dezembro de 2022, eram 198,7 mil.

Em pouco mais de três anos e meio do governo do presidente Lula (PT), quase dobrou a legião de miseráveis nas ruas. Desde 2015, quando o CadÚnico apontava 52,4 mil, salto de 597%, enquanto a população brasileira crescia 0,4% ao ano.

Desde janeiro de 2023, o ritmo médio de moradores de rua subiu para 4,6 mil por mês. Entre 2019 e 2022, a média foi de 2 mil ao mês.

O governo atribui a alta à “melhoria do cadastramento”, mas se fosse só subnotificação, a curva se estabilizaria depois da correção. Mas cresceu.

Censos municipais acham menos gente nas ruas do que o CadÚnico. No Rio, a Prefeitura contou 8.195 em 2024; o cadastro federal, 23 mil.

Em São Paulo, o censo de 2021 falava em 31,9 mil famílias em situação de rua, mas, no CadÚnico, passou dos 104 mil.

População de Pernambuco cresce e chega a 9.583.176 habitantes, aponta levantamento do IBGE

Pernambuco tem 9.583.176 habitantes, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados consideram a contagem da população até 1º de julho de 2026. No estado, o número representa aumento de 0,22% em relação ao ano passado, quando o IBGE somou 9.562.007 habitantes.

Pernambuco figura como o 7º estado mais populoso do Brasil e o 2º mais populoso da Região Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia que soma 14.889.472 habitantes. O Ceará aparece em terceiro na região, com 9.302.211 moradores.

Confira população dos estados do Nordeste:

1º Bahia – 14.889.472 (0,12%)

2º Pernambuco – 9.583.176 (0,22%)

3º Ceará – 9.302.211 (0,36%)

4º Maranhão – 7.024.557 (0,09%)

5º Paraíba – 4.182.828 (0,44%)

6º Rio Grande do Norte – 3.463.737 (0,25%)

7º Piauí – 3.392.617 (0,24%)

8º Alagoas – 3.221.128 (0,01%)

9º Sergipe – 2.307.255 (0,34%).

Municípios

De acordo com o levantamento, o Recife é o município mais populoso de Pernambuco, com 1.588.983 habitantes, aumento de 0,04% com relação aos dados de 2025, que estimavam 1.588.376 pessoas.

Na sequência estão Jaboatão dos Guararapes (685.222), Petrolina (422.461), Caruaru (408.281), Paulista (367.155), Olinda (364.087), Cabo de Santo Agostinho (219.044), Camaragibe (156.425), Garanhuns (152.484) e Vitória de Santo Antão (142.419).

Confira os 10 municípios mais populosos de Pernambuco:

1º Recife – 1.588.983

2º Jaboatão dos Guararapes – 685.222

3º Petrolina – 422.461

4º Caruaru – 408.281

5º Paulista – 367.155

6º Olinda – 364.087

7º Cabo de Santo Agostinho – 219.044

8º Camaragibe – 156.425

9º Garanhuns – 152.484

10º Vitória de Santo Antão – 142.419.

Em Pernambuco, a cidade/território com menor população é Fernando de Noronha, com 3.364 habitantes, seguido, em ordem decrescente, de Itacuruba, com 4.491 moradores e Ingazeira, com 4.989 habitantes.

Confira lista dos 10 municípios/territórios de Pernambuco com menor população estimada:

1º Fernando de Noronha – 3.364

2º Itacuruba – 4.491

3º Ingazeira – 4.989

4º Calumbí – 5.342

5º Salgadinho – 5.346

6º Solidão – 5.371

7º Quixaba – 6.751

8º Terezinha – 6.850

9º Palmeirina – 7.059

10º Granito – 7.227.

Brasil

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Balanço do Programa Morar Bem Pernambuco tem saltos em financiamentos e reformas

Dados consolidados pelo Governo de Pernambuco revelam um avanço expressivo nos indicadores habitacionais do Estado por meio do programa Morar Bem Pernambuco. Coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a iniciativa reuniu diferentes frentes de atuação para ampliar o acesso à moradia digna, cujos resultados foram destacados em comemoração ao Dia Nacional da Habitação, que foi celebrado nesta sexta-feira (21).

O programa investiu R$ 528 milhões em subsídios, beneficiando mais de 26 mil famílias em 35 municípios. A alocação de recursos fez o volume anual de financiamentos contratados pelo FGTS nas Faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) saltar de R$ 748,8 milhões (2022) para R$ 2,33 bilhões (2025).

O número de unidades financiadas no Estado passou de 4.832 para 17,5 mil no mesmo período. Apenas no Recife, a oferta de habitações de interesse social financiadas pela Caixa Econômica Federal disparou de 160 para 1.428 unidades, o que representa um crescimento de 793%.

Com uma meta global de 12.600 residências melhoradas, o programa já atendeu 1,6 mil famílias. Os investimentos anuais escalaram de R$ 3,9 milhões, em 2023, para R$ 35 milhões em 2025, com projeção de atingir R$ 72 milhões até o encerramento de 2026.

Em parceria com a Perpart, foram concluídos 15.836 processos de titulação em 129 núcleos habitacionais espalhados por 73 municípios, com outros 35.379 processos em andamento.

No eixo de apoio federal, o Estado viabilizou dezenas de empreendimentos, incluindo 17 contratos do MCMV/FAR (1.650 unidades), além da retomada de obras paralisadas que soma 4.356 famílias beneficiadas (com 1.954 unidades já entregues). No passivo histórico dos prédios-caixão, o programa Cheque Esperança ampliou seu escopo para abranger 431 edificações na Região Metropolitana do Recife.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Rodrigo Ribeiro, o modelo de atuação tem dinamizado o mercado imobiliário popular no interior e na capital. “A atuação do Entrada Garantida fundamenta-se na alocação estratégica de recursos estaduais para reduzir a contrapartida financeira exigida das famílias de menor renda, viabilizando o financiamento imobiliário junto ao FGTS. Essa modelagem permitiu expandir a presença das construtoras no mercado de habitação popular e dinamizar as contratações em mais de três dezenas de municípios”, avalia o gestor.

Ocupações crescem às margens da Av. Agamenon Magalhães e geram insegurança no Recife

Diario de Pernambuco

A presença de barracas improvisadas às margens do canal da Avenida Agamenon Magalhães, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife, tem gerado insegurança entre comerciantes e pessoas que passam diariamente pela região. As estruturas foram montadas em frente ao Instituto de Criminalística de Pernambuco, em um trecho de grande circulação de veículos e usuários do transporte público.

No local, pessoas em situação de rua vivem em tendas improvisadas montadas com lonas. Além dos abrigos, é possível observar cadeiras, baldes, mochilas, sacos, guarda-chuvas e outros pertences espalhados às margens do canal. Durante o período chuvoso e nos dias mais frios, fogueiras são acesas para aquecer os ocupantes, inclusive durante o dia.

Segundo relatos feitos ao Diario de Pernambuco, a ocupação reúne adultos, adolescentes e crianças e vem crescendo nos últimos meses. Comerciantes, que pediram para não ter a identidade revelada, ouvidos pela reportagem contaram que as barracas apareceram há cerca de um ano e só aumentam.

Uma moradora de Santo Amaro e proprietária de um estabelecimento de alimentos, afirma que convive diariamente com a situação e relata preocupação com episódios de violência registrados nas proximidades.

“Já aconteceu de, quando os ladrões vão roubar, acabaram batendo nas pessoas. Não chegam a matar ninguém. Eles já ficaram no Campo do Onze e também em outra pracinha. Tem alguns adolescentes também. Existe uma sensação de insegurança.”

O proprietário de uma farmácia localizada nas proximidades também percebe um aumento da ocupação e afirma que a presença das barracas preocupa comerciantes da região.

“Há cerca de um mês estamos vendo um aumento muito grande. Eles não amedrontam os moradores nem fazem ameaças, mas a presença aumentou demais. Eles usam drogas, mas ficam quietos. De uns meses para cá, a situação ficou mais séria”.

Segundo ele, equipes de fiscalização realizam abordagens frequentes, mas a ocupação volta a se formar.

O aumento da ocupação observado em Santo Amaro ocorre em um contexto de crescimento da população em situação de rua em todo o país.

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Leilão da PPP Morar no Centro do Recife acontece na B3, na próxima terça-feira

A Prefeitura do Recife realiza na próxima terça-feira (26), a partir das 15h, a sessão pública de abertura e julgamento das propostas para a Parceria Público-Privada (PPP) “Morar no Centro”. O certame será conduzido na sede da Bolsa de Valores do Brasil (B3), em São Paulo. O link para acompanhamento virtual do processo será divulgado pela própria instituição financeira.

A PPP consiste em atrair a iniciativa privada para construir, revitalizar e gerir unidades habitacionais ao longo de 25 anos na área central do Recife, com investimentos privados de cerda de R$ 200 milhões e um contrato total que supera os R$ 596 milhões.

Como vai funcionar a locação social

A PPP prevê a entrega de mais de mil unidades habitacionais voltadas para famílias com renda de até R$ 4.942,00 (faixas 1 e 2 do programa federal Minha Casa, Minha Vida). A concessionária vencedora assumirá a construção, a gestão e a operação dos condomínios.

Diferente do modelo tradicional de venda, o projeto foca no aluguel subsidiado. O arranjo financeiro funcionará da seguinte forma:

  • Comprometimento de renda: o valor pago pelas famílias (aluguel + condomínio) representará de 15% a 25% da renda familiar. Famílias que ganham um salário-mínimo pagarão cerca de R$ 200 mensais.
  • Subsídio público: a arrecadação com os aluguéis cobrirá apenas 13% das receitas da concessionária. A Prefeitura do Recife arcará com o restante (68% da receita total) por meio de uma contraprestação mensal máxima de R$ 2,4 milhões.
  • Unidades equipadas: os apartamentos serão entregues prontos para morar, mobiliados com itens básicos como geladeira, fogão, chuveiro e conexão Wi-Fi.

Os critérios de seleção darão prioridade a famílias lideradas por mulheres, mães solo, idosos e pessoas residentes em áreas de risco.

Obras e impacto no centro urbano

As intervenções serão distribuídas em seis empreendimento nos bairros de Santo Antônio, São José, Boa Vista e Cabanga. A modelagem exige da iniciativa privada tanto a construção de novos edifícios quanto o retrofit, técnica de modernização de imóveis antigos que preserva características arquitetônicas originais.

Além da infraestrutura puramente habitacional, as obrigações da empresa vencedora incluem:

  • Construção de uma creche e da nova sede da Orquestra Criança Cidadã;
  • Implantação de fachada ativa, com espaços comerciais no andar térreo dos prédios para locação de lojas;
  • Manutenção constante das unidades e realização de trabalho social e de capacitação com os moradores.

Recife é a 5ª capital brasileira com pior qualidade de vida, aponta IPS 2026

Recife é a 5ª capital brasileira com pior qualidade de vida, segundo os dados do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgados nesta quarta-feira (20). A capital pernambucana piorou a média, em relação ao levantamento do ano passado, e agora ocupa a 23ª posição entre as 27 capitais do País, ficando à frente apenas de Salvador (BA), Macapá (AP), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC).

O levantamento avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros com base em indicadores sociais e ambientais, sem considerar critérios econômicos como Produto Interno Bruto (PIB). O índice reúne 57 indicadores distribuídos em três grandes dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.

No cenário nacional, Curitiba (PR), Campo Grande (MS) e Brasília (DF) lideram o ranking entre as capitais com melhor qualidade de vida. Já no Nordeste, João Pessoa (PB) aparece como a capital mais bem colocada no levantamento.

No ranking geral do IPS Brasil 2026, os municípios com melhor qualidade de vida do País concentram-se principalmente nas regiões Sul e Sudeste. Gavião Peixoto (SP) lidera o levantamento nacional, seguido por Gabriel Monteiro (SP), Jundiaí (SP), Águas de São Pedro (SP) e Curitiba (PR). Em Pernambuco, Fernando de Noronha aparece como o município mais bem colocado no índice (o IPS Brasil considera o arquipélago como município no ranking, por reunir os dados necessários para o cálculo do índice).

Dados do estado

No recorte estadual, Pernambuco aparece em 16º lugar entre os estados brasileiros em qualidade de vida. O desempenho coloca o estado atrás de unidades da federação do Sul e Sudeste, como Santa Catarina, São Paulo e Paraná, mas também evidencia diferenças internas relevantes entre os municípios pernambucanos.

Os dados do IPS mostram que municípios de médio porte do interior têm desempenho superior ao da capital em alguns indicadores. Caruaru, por exemplo, aparece à frente do Recife no ranking estadual, mantendo um índice acima da média pernambucana e também da média nacional.

A pesquisa também reforça desafios históricos enfrentados pela capital pernambucana em áreas ligadas à segurança pública, mobilidade urbana, desigualdade social e infraestrutura urbana. Em março deste ano, levantamento do Instituto Cidades Sustentáveis em parceria com o Ipsos-Ipec apontou a segurança como o principal problema do Recife para 63% dos moradores entrevistados.

No detalhamento metodológico, o IPS considera indicadores como homicídios, acesso a saneamento, cobertura vacinal, acesso à educação superior, internet, expectativa de vida, áreas verdes urbanas, violência contra mulheres, inclusão social e acesso à cultura e lazer.

O estudo mostra que os principais gargalos brasileiros continuam concentrados em inclusão social, segurança e acesso às oportunidades, enquanto os melhores desempenhos médios estão relacionados à moradia e cobertura de serviços básicos. O levantamento também evidencia a desigualdade regional do País, com municípios do Norte e Nordeste concentrando parte dos menores índices brasileiros.

Cidades pernambucanas com pontuações mais altas no IPS Brasil 2026:

  1. Fernando de Noronha – 71,75
  2. Belo Jardim – 65,57
  3. Santa Cruz do Capibaribe – 64,61
  4. Paulista – 64,25
  5. Petrolina – 63,93
  6. Caruaru – 63,87
  7. Surubim – 63,86
  8. Sairé – 63,84
  9. Serra Talhada – 63,67
  10. Itacuruba – 63,54

Cresce o número de pessoas que moram sozinhas em Pernambuco

Os novos dados da Pnad Contínua 2025, divulgados pelo IBGE, revelam que o fenômeno das pessoas que moram sozinhas tornou-se um dos principais motores das transformações demográficas no Brasil e em Pernambuco. No estado pernambucano, o número de unidades domésticas unipessoais registrou um salto expressivo de 81% no intervalo de dez anos, alcançando a marca de 732 mil pessoas vivendo sós em 2025.

O crescimento é um fator determinante para a redução na média de moradores por domicílio no Estado, que caiu de 2,7 em 2024 para 2,6 no último ano. O perfil de quem ocupa essas moradias solitárias em Pernambuco reflete uma tendência observada em todo o País: o grupo é composto majoritariamente por homens adultos e mulheres idosas. Em âmbito nacional, o avanço também é notável.

As unidades compostas por apenas um morador saltaram de 12,2% para 19,7% do total de domicílios brasileiros entre 2016 e 2025, o que representa uma adição de 8,2 milhões de pessoas vivendo sozinhas no período. Enquanto 56,6% dos homens que moram sós estão na faixa de 30 a 59 anos, 56,5% das mulheres nessa mesma condição têm 60 anos ou mais.

Essa mudança no arranjo familiar acompanha o envelhecimento populacional e a redução do número de filhos. Em Pernambuco, a queda de 13% no percentual de moradores na condição de filhos apresenta uma correlação direta com o encolhimento do tamanho das famílias e o aumento das residências ocupadas por uma única pessoa.

A estimativa é que Pernambuco conte com 9,5 milhões de moradores. A grande maioria da população vive em casas (86,5%), enquanto 13% residem em apartamentos e 0,1% em moradias precárias, como cortiços. Houve uma mudança relevante nas condições de ocupação no último ano: o número de imóveis quitados recuou 3,64 pontos percentuais, enquanto os aluguéis subiram 2,18 p.p. e os financiamentos aumentaram 1,73 p.p.. Entre quem já possui imóvel próprio, a formalização avançou levemente, com 83,4% dos proprietários detendo a documentação comprobatória.

Os indicadores de infraestrutura em Pernambuco apresentaram variações mistas entre 2024 e 2025:Esgotamento Sanitário: O atendimento por rede geral ou pluvial cresceu de 50,74% para 54,25%. Em contrapartida, o uso de fossas sépticas não ligadas à rede caiu de 19,40% para 12,83%. Banheiros: Houve um avanço na presença de banheiros de uso exclusivo, que agora equipam 97,2% dos domicílios do estado.

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Novas regras do Minha Casa, Minha Vida passam a valer no final do mês; entenda o que muda

Folha de S.Paulo

Até o final deste mês será possível comprar a casa própria pelos limites de renda e valores dos imóveis atualizados para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Com as novas regras, o programa passa a incluir desde apartamentos compactos nas faixas mais baixas até imóveis de padrão médio, com dois ou três quartos, nas faixas superiores.

A principal novidade é o aumento da renda bruta familiar permitida, que agora chega a R$ 13 mil mensais, focando especialmente na classe média que enfrenta dificuldades com os juros altos do mercado tradicional.

A ampliação deve incluir cerca de 6,4 milhões de famílias no público potencial do programa, segundo a associação das incorporadoras (Abrainc).

Segundo a entidade, a atualização dos tetos revisa o poder de compra do programa, considerando os recentes aumentos de inflação e custos de construção que não estavam contemplados nos antigos limites de preço de imóvel.

A medida, diz a Abrainc, também traz mais previsibilidade ao setor, favorecendo novos investimentos e a continuidade dos lançamentos no âmbito do Minha Casa, Minha Vida.

De acordo com o indicador Abrainc Fipe, em 2025 os lançamentos do MCMV cresceram 38%, acima da média do mercado imobiliário total, que foi de 31%, demonstrando a relevância do programa para o setor.

Em São Paulo, além dos benefícios do MCMV, os compradores têm acesso a programas complementares de benefícios vindos da prefeitura e do governo estadual. Com isso, só na capital foram vendidas 93 mil unidades em 2025, 79% acima de 2024.

Impulsionado pelas mudanças no programa, o setor da construção civil prevê a criação de 123 mil empregos em 2026. Na ponta, o movimento já aparece nos estandes de vendas.

Grandes incorporadoras passaram a direcionar lançamentos e ofertas para os novos tetos de R$ 400 mil e R$ 600 mil, ampliando o estoque de imóveis dentro do Minha Casa, Minha Vida.

O que muda nas faixas de renda

O programa agora atende famílias com renda de até R$ 13 mil mensais, com quatro faixas:

  • Faixa 1: até R$ 3.200
  • Faixa 2: de R$ 3.200,01 a R$ 5.000
  • Faixa 3: de R$ 5.000,01 a R$ 9.600
  • Faixa 4: de R$ 9.600,01 a R$ 13 mil

Para se enquadrar no Minha Casa, Minha Vida, a renda considerada é a renda bruta familiar mensal, que é a soma dos ganhos de todas as pessoas que vão compor o financiamento e morar no imóvel, antes de descontos como INSS e Imposto de Renda.

Entram nessa conta salários formais, rendimentos de trabalho autônomo, aposentadorias, pensões e outras fontes comprováveis. O valor total é o que define em qual faixa o comprador se encaixa e, consequentemente, a taxa de juros e eventuais subsídios a que terá direito.

Qual a taxa de juros pelo Minha Casa, Minha Vida

As taxas de juros do Minha Casa, Minha Vida variam conforme a renda familiar e são significativamente mais baixas do que as do mercado imobiliário tradicional —hoje, em torno de 12% ao ano. Na prática, quanto menor a renda, menor a taxa.

Veja como ficam no programa:

  • Faixa 1 (até R$ 3.200): entre 4% e 4,5% ao ano (para rendas mais próximas do teto de R$ 2.850,01 a R$ 3.200)
  • Faixa 2 (R$ 3.200,01 a R$ 5.000): entre 4,75% e 5,5% ao ano
  • Faixa 3 (R$ 5.000,01 a R$ 9.600): entre 6,5% e 7,66% ao ano
  • Faixa 4 (R$ 9.600,01 a R$ 13 mil): cerca de 10% ao ano

O que dá para comprar?

O imóvel que pode ser financiado pelo Minha Casa, Minha Vida depende da faixa de renda da família e dos novos tetos de valor, que foram elevados para acompanhar a alta dos preços do mercado imobiliário.

O programa não fixa um tamanho padrão de imóvel, mas impõe requisitos técnicos mínimos que, na prática, fazem com que as unidades tenham pelo menos algo entre 36 m² e 40 m² nas faixas mais populares e variem acima disso nas demais.

Segundo a Abrainc, a tipologia predominante no Minha Casa, Minha Vida é a de dois dormitórios, em todas as faixas de renda.

Até cerca de R$ 275 mil (faixas 1 e 2):

  • Mais compactos, geralmente apartamentos de 2 dormitórios, com metragem reduzida e foco em custo;
  • São comuns em bairros mais afastados ou cidades menores.

Até R$ 400 mil (faixa 3):

  • Apartamentos novos de padrão intermediário, ainda com 2 quartos na maioria dos casos, mas já com mais espaço e áreas de lazer.

Até R$ 600 mil (faixa 4):

  • Passam a entrar imóveis de padrão médio, com 2 ou 3 dormitórios, maior metragem e condomínios mais completos, inclusive em regiões mais valorizadas das grandes cidades.

Quanto a Caixa financia

A Caixa Econômica Federal, principal operadora do programa, já está apta a operar com as novas regras de renda, que entraram em vigor em 1º de abril de 2026.

Por outro lado, a implementação completa depende de ajustes operacionais. O banco informou que tem até 15 dias a partir de 9 de abril (data da regulamentação) para adaptar sistemas e procedimentos.

Já é possível iniciar o processo e simular nas novas condições, mas a liberação integral das operações pode levar alguns dias.

O percentual financiado no Minha Casa, Minha Vida não é igual para todos os casos, pois varia conforme a faixa de renda, o tipo de imóvel e a região do país.

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Morar Bem PE: subsídio de R$ 20 mil já garantiu a casa própria para 20 mil famílias em Pernambuco

O sonho da casa própria deixou de ser uma meta distante para mais de 20 mil famílias em Pernambuco. Após dois anos de operação, o programa Morar Bem PE – Entrada Garantida consolidou-se como o principal pilar da política habitacional do Governo do Estado, superando a barreira financeira que impedia as classes C, D e E de acessar o crédito imobiliário.

Executada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-PE) e pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), a iniciativa concede um subsídio direto de R$ 20 mil para famílias que não possuem poupança prévia para a entrada do imóvel. O valor funciona como um complemento ao programa federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Impacto econômico 

De acordo com dados da Caixa Econômica Federal, o impacto do programa no mercado é expressivo. Em três anos, o montante anual de financiamentos para esse perfil de público saltou de R$ 2 bilhões para R$ 8 bilhões no Estado. Ao cobrir a entrada, o programa evita que as famílias parcelem esse valor com as construtoras, o que reduz drasticamente o risco de inadimplência e torna as parcelas mensais mais acessíveis.

“O Morar Bem PE é o primeiro programa de subsídio complementar do Norte e Nordeste. Já somamos 20 mil beneficiados e ainda temos mais de oito mil imóveis disponíveis em nosso portal”, ressalta Paulo Lira, diretor-presidente da Cehab.

O setor produtivo também colhe os frutos da política pública. Leonardo Pessoa de Queiroz, diretor da construtora Viana e Moura, revela que a empresa conseguiu dobrar sua capacidade de produção nos últimos três anos graças ao aumento do poder de compra das famílias. “Esperamos longevidade no programa para que possamos continuar planejando e negociando novos terrenos”, projeta o executivo, lembrando que o ciclo imobiliário exige previsibilidade de longo prazo.

Déficit habitacional do Recife

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Minha Casa, Minha Vida: saiba quais são as faixas e quem pode se inscrever no programa

Conjunto do Minha Casa, Minha Vida: a MRV já entregou meio milhão de moradias

O programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, conta atualmente com quatro faixas de atuação, para famílias que ganham até R$ 12 mil mensais. Em 2025, o programa recebeu um investimento recorde de cerca de R$ 180 bilhões. A meta do governo é atingir a marca de 3 milhões de moradias contratadas no final de 2026.

No ano passado, o Minha Casa, Minha Vida sofreu algumas alterações nas regras, a principal delas foi a criação da nova “faixa 4”, que atende a famílias com renda entre R$ 8,6 mil e R$ 12 mil mensais. Essas famílias foram permitidas a financiar imóveis que tenham um valor total de até R$ 500 mil. As condições para o financiamento são: a duração total deve ser de até 420 meses (35 anos), a taxa de juros será de 10% ao ano (as taxas atuais de mercado são acima de 11,5% ao ano) e não terá subsídio do governo.

Outras mudanças foram os limites reajustados nas 3 faixas já existentes: a faixa 1 passou a ser para famílias com renda de até R$ 2.850 mensais, a faixa 2 para o teto de R$ 4,7 mil mensais e a faixa 3 de até R$ 8,6 mil mensais. Além disso, o valor dos imóveis financiáveis em municípios com menos de 100 mil habitantes elevou de R$ 210 mil a R$ 230 mil – um aumento de 11% a 16%, com o objetivo de estimular a oferta habitacional nessas regiões.

Quem pode se inscrever no programa Minha Casa, Minha Vida?

Famílias com renda mensal de até R$ 12 mil, e anual, de até R$ 144 mil, em áreas urbanas e rurais, respectivamente, podem se inscrever no Minha Casa, Minha Vida.

Divisão por faixas:

  • Faixa 1: famílias com renda de até R$ 2.850 mensais;
  • Faixa 2: famílias com renda de até R$ 4,7 mil mensais;
  • Faixa 3: famílias com renda de até R$ 8,6 mil mensais;
  • Faixa 4: famílias com renda de até R$ 12 mil mensais.